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Governador lança pedra fundamental da duplicação da PR-317, em Toledo

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Com o objetivo de dar mais segurança aos moradores de Toledo, no Oeste do Paraná, e agilidade ao escoamento da produção da região, o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta quinta-feira (2) a pedra fundamental da duplicação da PR-317 no trecho em que a rodovia atravessa a cidade. O investimento do Estado é de R$ 43,4 milhões.

A obra de duplicação tem 3,29 quilômetros de extensão, entre o entroncamento da BR-163 e a rotatória da Rua 1º de Maio. Além do alargamento da rodovia, o investimento prevê a restauração do pavimento existente. O trecho, que por ser perímetro urbano é conhecido por Avenida Egydio Munaretto, é uma via importante para o escoamento da produção agropecuária de Toledo e municípios do entorno, além de ser uma estrada usada pelos moradores da cidade que trabalham na região.

O governador destacou a importância da duplicação da PR-317 para o desenvolvimento de Toledo, que tem o maior Valor Bruto da Produção Agropecuária do Paraná. Segundo Ratinho Junior, as obras de infraestrutura têm que acompanhar o crescimento da cidade, que vem ganhando cada vez mais destaque como um dos principais polos agroindustriais do Paraná.

“Essa obra vai colaborar muito para Toledo. Primeiro, na segurança das pessoas que transitam por aqui, porque há muitos caminhões, e veículos transitando no dia a dia. Temos também um parque industrial muito importante ao longo dessa rodovia, além de uma área já urbanizada com muitas casas”, disse o governador. “Por isso estamos transformando essa rodovia em uma grande avenida, uma artéria importante para atender esse crescimento de Toledo”.

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Ratinho Junior afirmou ainda que já está nos planos uma segunda fase de duplicação da PR-317. “Queremos também começar o projeto da segunda fase, que vai pegar o outro lado da cidade, passando pelas proximidades do Rio Toledo, que também tem um grande fluxo de pessoas e veículos. Isso é justamente para estruturar toda a parte logística de Toledo, uma cidade que cresce e tem muitas indústrias e, por isso, precisa ter esses grandes investimentos em obras de infraestrutura”, acrescentou o governador.

O prefeito Beto Lunitti também enfatizou a importância da obra para Toledo. “Com mais esse investimento, o governador está mostrando o quanto está olhando para o Interior, já que o Oeste produz muito”, afirmou. “É importante dizer que o parque industrial de Toledo está brotando com novas indústrias e serviços. Isso mostra efetivamente o quanto o governo estadual quer colaborar nesse desenvolvimento da cidade”.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, disse que por passar pelo perímetro urbano de Toledo, este trecho da PR-317 precisava não só da duplicação, mas de obras extras. “Além da duplicação, precisávamos fazer as marginais e outras adequações ao trânsito urbano. Por isso vamos corrigir a rodovia com essa ampliação de capacidade ao longo de todo esse trecho de 3 quilômetros”, afirmou.

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ESTRUTURA – A previsão é de que a obra, que já está em fase inicial, seja finalizada no primeiro semestre de 2025. Já foram realizados serviços de terraplanagem e aterros ao longo do trecho para que as obras de pavimentação sejam iniciadas. As intervenções para a implantação do sistema de drenagem também já começaram, com a instalação de bueiros e caixas para coleta de água.

Para a duplicação da PR-317, está prevista a instalação de duas novas faixas de 3,6 metros de largura cada, além de acostamentos de 2,5 metros. Também serão construídas vias marginais de 5 metros de largura.

Ao lado da pista, serão instaladas estruturas de passeio para pedestres e ciclovias, o que vai dar mais segurança aos moradores e trabalhadores que usam o trecho diariamente. O investimento também prevê sinalização e paisagismo ao longo do trecho.

pr-317

A previsão é de que a obra, que já está em fase inicial, seja finalizada no primeiro semestre de 2025. Foto: Ari Dias/AEN

CENSE – Próximo ao entroncamento com a BR-163, será feita a pavimentação de 150 metros do acesso ao Centro de Socioeducação (Cense) do município, onde jovens cumprem medidas socioeducativas. Será construída uma pista simples com duas faixas de rolamento, com sistema de drenagem, sinalização horizontal e vertical e paisagismo nos espaços laterais à pista. Hoje, o trecho é de chão batido.

PRESENÇAS – Também estiveram presentes no evento o secretário da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros; o diretor-presidente do DER-PR, Fernando Furiatti; o deputado federal Giacobo; o deputado estadual Marcel Micheletto; o assessor especial da Governadoria, Paulo Martins; o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos; e o superintendente de Apoio aos Municípios da Casa Civil, Júnior Weiller.

Fonte: Governo PR

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Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia

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A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia  não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.

O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.

TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.

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A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.

No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.

SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.

Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.

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SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.

A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.

Fonte: Governo PR

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