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Governa da Bahia doa equipamentos agrícolas para prefeituras e entidades

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Com um investimento total de R$ 26,6 milhões, o governo do estado da Bahia entregou 136 retroescavadeiras, tratores, caminhões basculantes, tanques de leite, balanças, entre outros equipamentos agrícolas e maquinários a prefeituras, entidades e consórcios regionais.

A iniciativa, realizada no Parque de Exposições de Salvador, visa atender às necessidades dos agricultores e fomentar o desenvolvimento agrícola em diversas regiões do estado.

Essa entrega de equipamentos é parte de um esforço do governo da Bahia para fortalecer o setor agrícola e promover o bem-estar das comunidades rurais. Os equipamentos desempenharão um papel fundamental no apoio às prefeituras e associações rurais, auxiliando na limpeza de aguadas, manutenção e abertura de estradas vicinais, e contribuindo para o crescimento do setor produtivo baiano.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, destacou a relevância dessa iniciativa para a agricultura do estado, afirmando que os equipamentos melhorarão a produtividade e a sustentabilidade do setor, promovendo um futuro mais próspero para os agricultores e suas famílias. Este investimento representa um compromisso sólido com o desenvolvimento agrícola e a qualidade de vida nas áreas rurais da Bahia.

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O secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, Wallison Tum, ressaltou o impacto positivo que a chegada desses equipamentos terá nas comunidades rurais do interior do estado. “Esses equipamentos serão fundamentais para atender às necessidades de muitas prefeituras e associações rurais, seja na limpeza de aguadas, manutenção e abertura de estradas vicinais. Esse é um trabalho importante que o Governo da Bahia faz por meio da Seagri, no fortalecimento do setor produtivo baiano”, enfatizou.

Fonte: Pensar Agro

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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