Agro
Goiás investe R$ 2,6 milhões para fortalecer agricultura familiar e beneficiar mais de 500 produtores rurais
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e em parceria com a Emater Goiás, anunciou nesta terça-feira (4) um novo investimento de R$ 2,6 milhões destinado a 522 produtores rurais de nove municípios da Regional Serra da Mesa. A iniciativa faz parte do programa Crédito Social Rural, que tem como foco fortalecer e estruturar atividades produtivas no meio rural.
O evento de entrega dos benefícios ocorreu em Mara Rosa e marca mais uma etapa do programa que vem promovendo o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar em diversas regiões do estado.
Produtores receberam capacitação e acesso a recursos
De acordo com o governo estadual, os produtores contemplados participaram de cursos de capacitação promovidos pela Emater Goiás, voltados às cadeias produtivas estratégicas da agricultura familiar. Entre os temas abordados, estão:
- Apicultura e avicultura;
- Bovinocultura de corte, leite e sustentável;
- Suinocultura;
- Olericultura orgânica e irrigação;
- Produção artesanal de doces, quitandas e salgados.
Ao todo, 541 pessoas foram qualificadas na região para aprimorar técnicas produtivas e gestão de negócios rurais.
Investimento estimula modernização e expansão das atividades
Os recursos liberados pelo programa poderão ser aplicados na compra de insumos, aquisição de equipamentos e melhorias estruturais em propriedades rurais. A medida busca estimular o crescimento da produção agrícola, aumentar a renda das famílias e promover a geração de empregos no campo.
Os municípios beneficiados nesta etapa foram Amaralina, Campinorte, Colinas do Sul, Mara Rosa, Mutunópolis, Niquelândia, Porangatu, Trombas e Uruaçu.
Ações integradas fortalecem cidadania no interior
Além da entrega dos benefícios, o evento em Mara Rosa contou com uma série de serviços gratuitos à população, promovidos pelo governo estadual. Foram oferecidos:
- Emissão de documentos;
- Renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Balcão de empregos;
- Atividades infantis e serviços de cidadania.
Essas ações fazem parte de uma política de governo voltada para aproximar os serviços públicos das comunidades rurais, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do interior goiano.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio
As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.
Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.
Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.
China responde por mais da metade das exportações brasileiras
A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.
Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.
O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.
Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores
Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.
Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.
Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.
Carne in natura domina receita das exportações
A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.
O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.
Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026
No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.
A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.
O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.
Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira
A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.
Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.
Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.
Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.
Perspectivas seguem positivas para o restante do ano
Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.
A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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