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Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em investigação de possível lavagem de dinheiro envolvendo ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná – em ação conjunta com os Gaecos de Goiás e Minas Gerais – cumpriu nesta quarta-feira, 12 de julho, sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Curitiba. Um dos mandados foi cumprido no Paraná, e os outros, em Goiás (quatro) e Minas Gerais (dois).

As investigações apuram possível crime de lavagem de dinheiro por meio da exploração agrícola de áreas relacionadas ao ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná que foi o alvo principal das operações Diários Secretos e Ectoplasma – as áreas estão sob sequestro judicial.

Foram apreendidos telefones celulares, computadores e documentos, além de R$ 1.147.272,00 em espécie encontrados no endereço de um dos investigados em Minas Gerais.

A ação deflagrada hoje é continuação da que foi desencadeada em setembro de 2021 (ver abaixo).

Matéria anterior:

02/09/2021 – Gaeco cumpre busca e apreensão em endereços ligados a ex-diretor da Assembleia Legislativa do Paraná envolvido nos Diários Secretos

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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