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Fórum de Turismo Religioso de 2026 será em Jacarezinho; inscrições estão abertas

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O 8º Fórum Paranaense de Turismo Religioso será realizado na cidade de Jacarezinho, no Norte Pioneiro, nos dias 07 a 09 de abril. O fórum busca apresentar e identificar potenciais dentro do segmento, além de trabalhar em prol da inter-religiosidade no turismo estadual. O evento é organizado pelo Comitê Interinstitucional do Turismo Religioso do Paraná, coordenado pela Secretaria de Estado do Turismo (Setu-PR), com apoio da Casa Civil e diversas instituições.

“O segmento do turismo religioso é um dos mais fortes que temos no Paraná. As variadas expressões de fé no Estado, reunidas em um mesmo propósito, servem como indutores e ajudam na geração de empregos, renda e divulgação do turismo religioso dentro e fora do país”, destaca Leonaldo Paranhos, secretário estadual do Turismo.

O fórum tem uma extensa programação durante seus três dias de programação, entre palestras, shows, rodadas de negócios e mostra de produtos da região. O evento se torna uma vitrine importante para o segmento do turismo religioso, fortalecendo o Paraná enquanto destino no Brasil. Ele estava programado para Bandeirantes e foi redirecionado.

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“Mesmo com a mudança de local, ainda estamos falando da Rota do Rosário, um cenário importante no Estado do Paraná. Este fórum tem um papel fundamental para o desenvolvimento e a promoção do turismo religioso do Paraná”, disse Eliseu Rocha, coordenador do Comitê.

A Rota do Rosário passa por atrativos de 17 municípios das regiões Norte Pioneiro e Campos Gerais – um trajeto superior a 600 km. Ela contempla igrejas, capelas, templos, museus monumentos e diversos outros atrativos turísticos ligados à fé cristã.

POTENCIAIS – Jacarezinho desfruta de uma localização privilegiada no Norte Pioneiro, facilitando o acesso para visitantes de diversas regiões. Entre os principais pontos turísticos da cidade estão a Catedral Diocesana Imaculada Conceição, principal templo católico do município que se destaca pela arquitetura e pelos afrescos internos que retratam a fé e a história da Diocese de Jacarezinho.

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O Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt é um espaço de espiritualidade e devoção mariana, que recebe fiéis em momentos de oração, retiros e celebrações. O Santuário Nossa Senhora de Guadalupe é dedicado à padroeira da América Latina.

Já o Saltinho do Jacaré, atrativo natural com cachoeira e área verde, é ideal para lazer, contato com a natureza e atividades ao ar livre. Além disso, o Museu Histórico Dom Ernesto de Paula preserva a memória e a identidade local por meio de acervos históricos, documentos, objetos e registros que contam a formação cultural de Jacarezinho.

“Toda a região do Norte Pioneiro se beneficia com esse Fórum, que é uma vitrine para todo o país do potencial do Paraná para o turismo religioso. O momento é de promoção dos destinos e das rotas ligadas à fé”, destaca Irapuan Cortes, diretor presidente do Viaje Paraná, órgão vinculado à Secretaria do Turismo.

INSCRIÇÕES – As inscrições para o 8º Fórum Paranaense de Turismo Religioso podem ser feitas através deste link.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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