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Fomento Paraná liberou R$ 18,6 milhões para empresas atingidas por tornado em Rio Bonito do Iguaçu

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Um financiamento de R$ 800 mil pela linha Fomento Recupera, da Fomento Paraná, foi um dos principais fatores a contribuir para acelerar a reconstrução de um supermercado que foi fortemente atingido pela passagem do tornado que assolou Rio Bonito do Iguaçu em novembro de 2025. 

A cidade sofreu destruição de imóveis e estabelecimentos comerciais na passagem do tornado. Para apoiar a retomada da atividade econômica e a manutenção de empregos, a Fomento Paraná disponibilizou duas linhas de crédito: Fomento Giro Fácil Rio Bonito e Micro Fácil Rio Bonito.

Mais de R$ 18,6 milhões já foram liberados para atender empreendimentos que solicitaram crédito após o desastre. No total, 219 empresas foram contempladas até o momento, entre as linhas Microcrédito Fácil e Fomento Giro Fácil, que para essa situação teve o limite ampliado para R$ 800 mil, para auxiliar empresas de pequeno porte.

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“O financiamento chegou como uma ótima notícia em um momento muito delicado. Depois do tornado, e de toda a destruição, foi um período de muita incerteza, medo e recomeço”, relatou o empresário Adilson Voznei, que usou a linha de crédito para iniciar a reconstrução do mercado e adquirir equipamentos essenciais para o negócio.

De acordo com ele, o crédito permitiu levantar de novo a estrutura do estabelecimento, incluindo a recuperação da parte física do prédio, a compra de novas gôndolas, equipamentos diversos, instalações e outros insumos para voltar a operar de forma organizada e digna.

O empresário também destacou as condições da operação: “Saiu rápido, com um ano de carência, cinco anos para pagar e juros zero. Em um momento em que a gente estava fragilizado, isso trouxe um alívio enorme e nos deu fôlego pra continuar.” Disse.

O município permanece em estado de calamidade pública e vem recebendo apoio complementar de outras áreas do Governo do Estado voltados à reconstrução de residências, equipamentos públicos e assistência às famílias afetadas.

Fonte: Governo PR

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Em 3 anos, Fecap garantiu R$ 35,1 milhões para recuperar estradas rurais no Paraná

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O Governo do Paraná destinou, desde 2023, R$ 35,1 milhões para a recuperação de estradas rurais por meio do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap), da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), em função dos temporais que atingiram o Paraná nos últimos anos que provocaram enxurradas, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, 78 municípios foram atendidos com repasses.

“Essas enxurradas costumam inviabilizar parte da atividade econômica dos municípios, por isso atendemos esses pedidos com prioridade”, explica o coronel Ivan Fernandes, coordenador executivo da Defesa Civil Estadual.

Paranavaí, na região Noroeste, foi um dos beneficiados. As chuvas intensas afetaram as áreas urbana e rural em dezembro do ano passado e os estragos deixados levaram o município a decretar situação de emergência, homologada pelo Estado. O repasse de R$ 672 mil garantiu a execução de obras para a trafegabilidade em 664 km, divididos em 15 trechos nas localidades de  Mirassol, Cristo Rei, São Pedro e Palmeirinha. De acordo com Marcelo Souza, secretário da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec), a enxurrada causou atoleiros, erosões, rompimento de aterros e interdições em várias áreas. “Com a aplicação dos recursos, estamos restabelecendo a normalidade nessas áreas afetadas”, afirmou. 

Em Quedas do Iguaçu, no Centro-Sul, o repasse foi de R$ 1,5 milhão na Comunidade Pioneiros e nos Assentamentos Celso Furtado e Rio Perdido, onde foram recuperados 434 km de estradas, todos cascalhados. A Prefeitura de Pitanga, na região Central, também recebeu R$ 1,5 milhão para refazer 196 km de trechos nas localidades Vila Nova dos Alemães, Barra Grande, São João da Colina, Água Fria e Assentamento Cascata. 

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PARCERIA – Esse resultado só foi possível graças à parceria entre a Defesa Civil Estadual e o Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), composto pela à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e suas vinculadas, o IDR-Paraná, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e as Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa-PR).

“Quando o município dá entrada no pedido, precisamos fazer a vistoria no local antes de liberar o recurso e ao final da obra voltamos para conferir a execução. A parceria com a Seagri é fundamental por contar com uma grande rede de profissionais em todo o estado, eles nos auxiliam nas atividades técnicas para darmos andamento no processo”, destaca o coronel Fernandes.

A Seagri possui cerca de 2.500 profissionais distribuídos em todo o território paranaense, o que permite respostas rápidas em situações de emergência. Esse apoio inclui vistorias em campo, elaboração de laudos, estimativas de custos e priorização das intervenções. Segundo Rafael de Mattos, diretor-técnico da Seab, após a execução das obras, também são produzidos relatórios de conformidade e avaliação dos resultados, assegurando o controle sobre os investimentos. “Essas situações impactam na produtividade e escoamento da produção agrícola. A partir da vistoria em campo, nossas equipes indicam as prioridades das intervenções com base em critérios técnicos. O laudo de avaliação e conclusão são baseados também em registros fotográficos, o que garante maior transparência”.

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A recuperação de estradas rurais no Paraná tem impacto direto na redução de prejuízos econômicos, ao permitir a retomada mais rápida das atividades produtivas, além de garantir mais segurança às famílias do campo, com a mitigação de riscos estruturais e ambientais. As intervenções também contribuem para a preservação da infraestrutura produtiva, como sistemas de irrigação, drenagem e manejo do solo, ao mesmo tempo em que fortalecem a resiliência das comunidades locais por meio de ações tecnicamente mais qualificadas.

“Nesse contexto, a presença das equipes no território reforça a confiança dos produtores e amplia a efetividade das políticas públicas, especialmente em períodos críticos. A parceria reforça o papel do Estado na promoção do desenvolvimento rural sustentável, mesmo em cenários adversos “, acrescenta Rafael de Mattos.

Fonte: Governo PR

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