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Economia

Fiscalização recupera R$ 1,4 milhão para o Estado

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MassaNews

O balanço da Operação Integrada promovida pela Receita Estadual no fim de maio resultou em R$ 1,4 milhão em autos de infração. Autopeças, pneus e material de construção foram os principais itens identificados com alguma irregularidade tributária, representando 34,58% e um prejuízo para o Estado que chegaria a R$ 463 mil.

Embora o foco da operação fosse para bebidas e combustíveis, R$ 160 mil (11,94%) e R$ 105 mil (7,85%), respectivamente em autuações, a fiscalização verificou outros produtos em desacordo. Os setores de calçado, vestuário e alimentos totalizaram 28,82% nas infrações.

As regiões de Londrina, Maringá e Umuarama registraram o maior número de autuações, 113 no total, equivalente a R$ 860 mil.

Alimentos, defensivos agrícolas, além de embalagens, produtos químicos, móveis e eletrônicos também passaram pela vistoria dos auditores das nove delegacias regionais da Receita Estadual.

“Foi trabalho em equipe, organizado e estruturado, mostrando que estamos arrecadando com eficiência, combatendo o desperdício, evitando a sonegação e a corrupção no Paraná”, afirmou o diretor da Receita Estadual, Luiz Moraes Junior.

Mobilização

Metade do efetivo da Receita Estadual esteve envolvida na operação. Foram 35 pontos fixos, com 290 auditores fiscais atuando em 50 municípios e 32 pontos móveis, em conjunto com a Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e Polícia Rodoviária Federal.

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O secretário de Estado da Fazenda, Renê de Oliveira Garcia Júnior, garantiu que as fiscalizações vão acontecer com mais frequência pelas rodovias paranaenses.

Segundo ele, a operação foi um sucesso e são fundamentais porque demonstram que há um grande número de problemas de sonegação. “Vamos ampliar ainda mais a nossa atuação para coibir essas situações”, disse.

Colaboração AEN

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Economia

MDIC inicia projeto para mapear bancos de germoplasma e fortalecer indústria de bioinsumos

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), realizou nesta semana a reunião de lançamento do projeto “Fortalecer a cadeia produtiva da indústria de bioinsumos nacional fornecendo um diagnóstico situacional dos bancos de germoplasma”. A iniciativa é resultado de um Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre o MDIC e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), em abril passado.

O projeto vai mapear e avaliar os bancos de germoplasma existentes no país, responsáveis pela conservação de material biológico utilizado em pesquisas, inovação e produção de bioinsumos. O trabalho inclui o levantamento das instituições atuantes, análises técnico-operacionais, estudo de referências internacionais e a definição de diretrizes para aprimorar a gestão dessas estruturas.

Para a secretária da SEV, Julia Cruz, o projeto representa um passo importante para fortalecer a infraestrutura de conhecimento que sustenta a indústria de bioinsumos no Brasil. “Com este diagnóstico, queremos enxergar com clareza o que o país já tem em seus bancos de germoplasma e transformar um conhecimento hoje fragmentado em informação acessível a pesquisadores, empresas e instituições”, afirmou.

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Além do diagnóstico, o projeto prevê a realização de grupos de discussão, capacitações técnicas e o desenvolvimento de uma plataforma digital que reunirá e disponibilizará as informações coletadas. Ao final dos trabalhos, os resultados serão oferecidos de forma aberta e transparente para toda a sociedade.

A iniciativa se soma a outras ações estratégicas conduzidas pelo MDIC para fortalecer a bioindústria brasileira. Entre elas está o TED recentemente celebrado com o Inmetro para a criação de um laboratório de referência voltado à qualidade e à rastreabilidade de insumos biológicos de interesse da bioindústria.

A reunião de abertura contou com a participação de representantes MDIC, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (Fundação Araucária) e da coordenação do projeto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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