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Agro

Fenicafé consolida posição como maior feira de café irrigado do Brasil

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Maior feira de café irrigado do país

Reconhecida nacionalmente como a maior feira de café irrigado, a Fenicafé reafirma sua relevância estratégica para a cafeicultura brasileira. Entre os dias 13 e 16 de abril, Araguari, no Triângulo Mineiro, será palco do evento que reúne produtores, pesquisadores, empresas, especialistas e representantes do agronegócio.

O encontro se consolidou como um dos principais espaços de difusão de tecnologia, inovação e conhecimento voltados à produção de café irrigado, modelo que tem se mostrado essencial para aumentar a produtividade, promover a sustentabilidade e garantir a segurança hídrica nas lavouras.

Programação e oportunidades para o setor

Ao longo de quatro dias, a Fenicafé promove a troca de experiências e apresenta soluções que impactam diretamente o desempenho do setor cafeeiro. A programação inclui:

  • Exposição de tecnologias e equipamentos para irrigação e manejo de café
  • Apresentação de pesquisas científicas e inovações agronômicas
  • Debates técnicos com especialistas do setor
  • Rodadas de negócios e conexões entre produtores, empresas e mercado

O evento também contribui para o fortalecimento da economia regional, consolidando Araguari e o Triângulo Mineiro como referências nacionais na cafeicultura irrigada.

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Café como alimento funcional e inovação científica

Além de discutir produtividade e rentabilidade, a Fenicafé acompanha as transformações do agronegócio e os avanços científicos relacionados ao café. Pesquisas recentes têm ampliado a compreensão do produto como alimento funcional, reforçando seu valor econômico, social e nutricional.

Sustentabilidade e desenvolvimento da cafeicultura

Com trajetória consolidada e reconhecimento nacional, a Fenicafé cumpre um papel fundamental no desenvolvimento sustentável da cafeicultura brasileira. O evento estimula a inovação, conecta ciência e mercado, e oferece suporte para que produtores adotem práticas mais eficientes, sustentáveis e lucrativas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico

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O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.

Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história

O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.

A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.

Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras

Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.

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A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.

Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento

A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.

Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.

Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas

Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.

O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.

Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.

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Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.

As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.

Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior

Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.

Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.

“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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