Connect with us


Paraná

Exames de identificação veicular reforçam ações de segurança no Litoral

Publicado em

A análise técnica de veículos suspeitos tem sido uma das frentes estratégicas da Polícia Científica do Paraná (PCIPR) no enfrentamento a crimes patrimoniais no Estado. Por meio de exames de identificação veicular, peritos atuam na verificação de possíveis adulterações em automóveis apreendidos, contribuindo para a responsabilização criminal e a restituição dos bens aos proprietários.

No Litoral do Estado, a atuação tem sido intensificada especialmente durante a temporada de maior circulação de veículos. As equipes da PCIPR realizam atendimentos técnicos sempre que há apreensão de automóveis com indícios de irregularidade, prestando suporte às forças de segurança que atuam na região.

“Quando há suspeita de irregularidade, a equipe é acionada para realizar o exame pericial no veículo. Realizamos o exame a partir da verificação das numerações e demais sinais identificadores. Quando constatamos alguma adulteração, buscamos identificar o veículo original para que ele possa ser corretamente vinculado e, sempre que possível, devolvido ao proprietário legítimo”, explica o perito oficial da PCIPR Leonardo de Ataide Jedneralski. 

O exame pericial é fundamental para coibir práticas criminosas como clonagem, remarcação e supressão de sinais identificadores. A atuação técnica permite não apenas confirmar irregularidades, mas também produzir provas qualificadas que subsidiam investigações e procedimentos judiciais posteriores.

Leia mais:  PRF, PF e Exército estouram depósito com R$ 7,5 milhões em cigarros no Paraná

“A análise é criteriosa e envolve a avaliação de diferentes pontos identificadores do veículo, sempre com base em procedimentos técnicos consolidados. Nosso objetivo é assegurar que cada elemento seja verificado de forma detalhada, garantindo precisão no resultado e confiabilidade às informações que serão encaminhadas às autoridades responsáveis”, acrescenta o perito. 

O trabalho técnico desenvolvido pela PCIPR tem impacto direto na investigação de crimes e na recuperação de veículos com sinais de adulteração. A atuação especializada permite esclarecer a real origem dos automóveis analisados e fornecer elementos essenciais para a continuidade das apurações, fortalecendo a resposta do Estado.

INTEGRAÇÃO — Em uma ação recente no Litoral, o monitoramento pelo sistema Olho Vivo levou equipes da Polícia Militar do Paraná (PMPR) a localizar e abordar um veículo com alerta de furto que estava circulando pela região.

Na ação, os policiais encontraram sinais visíveis de adulteração nos elementos identificadores do automóvel. Diante da suspeita, o apoio técnico da Polícia Científica foi acionado para realizar o exame pericial de identificação veicular, que confirmou a irregularidade e possibilitou a correta identificação do bem para devolução ao proprietário legítimo.

Leia mais:  Aluno da rede pública vai do Ganhando o Mundo ao 1º lugar de medicina em federal

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

Published

on

O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

Leia mais:  Sancionada lei que institui programa para expandir apoio dos bombeiros aos municípios

O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

Leia mais:  Colégio de Santo Antônio da Platina ganha nova quadra esportiva coberta

Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262