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Estudo amplia mapeamento de áreas para captura e armazenamento de carbono no Brasil

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A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), lançou uma nova edição do caderno sobre o potencial nacional de captura, transporte, utilização e armazenamento de carbono (CCUS, na sigla em inglês). O estudo atualiza análises realizadas anteriormente e amplia o mapeamento de áreas com potencial para o desenvolvimento dessas atividades no país, contribuindo para o fortalecimento do planejamento energético e das estratégias de descarbonização no Brasil.

A publicação incorpora melhorias metodológicas e novos elementos de análise, com foco na identificação de oportunidades territoriais, desafios regionais e aspectos estruturantes para o ordenamento das atividades relacionadas ao CO2. O material também reúne subsídios técnicos voltados ao aprimoramento de políticas públicas e à construção de um ambiente mais favorável ao desenvolvimento de projetos de baixo carbono.

Com potencial de apoiar setores de difícil descarbonização e contribuir para metas climáticas mais ambiciosas, as tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono vêm ganhando relevância no cenário internacional. No Brasil, os estudos desenvolvidos pela EPE buscam identificar áreas com maior aptidão para armazenamento geológico e integrar essas informações ao planejamento energético nacional.

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A iniciativa está alinhada às ações conduzidas pelo MME no âmbito da transição energética e da promoção de uma economia de baixo carbono, com foco em segurança energética, competitividade e sustentabilidade. O caderno reforça o papel do planejamento técnico na construção de soluções capazes de apoiar o desenvolvimento econômico com redução de emissões.

Acesse aqui o Caderno Captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) no Brasil: Contribuições para a seleção de áreas de interesse – Ciclo 2025.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Brasil completa 10 anos sem raiva humana transmitida por cães e reforça vacinação antirrábica na fronteira

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O Brasil completa, em 2026, dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes de cães (AgV1 e AgV2). Para reforçar a prevenção e o controle da doença, especialmente nas áreas de fronteira, o Ministério da Saúde realiza neste sábado (22) a abertura simultânea da Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina na Fronteira, com mobilizações no Acre, em Rondônia, no Mato Grosso do Sul e na Bolívia, reunindo representantes do Brasil, da Bolívia e do Peru.

Para apoiar a campanha, o Ministério da Saúde disponibilizou vacinas antirrábicas para cães e gatos e materiais para as ações de vacinação nos três municípios brasileiros, além de apoiar atividades na Bolívia e no Peru. Foram fornecidos equipamentos como caixas térmicas, termômetros, cambões, cordas e focinheiras, utilizados para garantir a conservação adequada das vacinas e a segurança dos profissionais e dos animais.

“Essa ação fortalece a vigilância integrada da raiva e a vacinação de cães e gatos em regiões de fronteira, onde a circulação de pessoas e animais entre diferentes países exige ações coordenadas de prevenção e controle”, explica o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis (DEDT), Francisco Edilson Ferreira.

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CIRCULAÇÃO DO VÍRUS

Apesar de o país não registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas há uma década, o vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, primatas e raposas.

O cenário reforça a importância de manter a vacinação de cães e gatos, a vigilância de animais suspeitos e, principalmente, a procura rápida por atendimento de saúde após situações de risco.

Entre 2016 e 2026, foram confirmados 37 casos de raiva humana no Brasil, todos associados a variantes silvestres. Os morcegos estiveram envolvidos em 22 casos. Também houve registros relacionados a primatas (7), felinos infectados com variante de morcego (4), raposas (2), cão infectado com variante de morcego (1) e bovino infectado com variante de morcego (1).

TRATAMENTO NO SUS

A raiva é uma doença viral grave, com alta taxa de letalidade o início dos sintomas. Em caso de mordida, arranhão ou contato de risco com a saliva de mamíferos, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, mesmo que o ferimento pareça pequeno.

Após avaliação, o profissional de saúde indicará, quando necessário, a profilaxia antirrábica, que pode incluir vacina e soro ou imunoglobulina. Também é importante evitar o contato com morcegos e outros animais silvestres encontrados mortos ou com comportamento incomum. A profilaxia antirrábica humana é oferecida gratuitamente pelo 

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Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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