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Estimativa de safra de maio tem Paraná entre os protagonistas do crescimento nacional

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A previsão da safra de maio, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta para aumento de 261 100 toneladas na produção do Paraná, o terceiro maior aumento do País no comparativo com a previsão do mês passado, atrás apenas de Mato Grosso (819 121 t), no Mato Grosso do Sul (525 293 t), e na frente de Minas Gerais (197 527 t), Tocantins (28 476 t) e Alagoas (10 097 t).

Com isso, o Paraná segue como segundo maior produtor nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, com 13,6% do total. O Mato Grosso lidera com 31,0% de participação. Em terceiro está o Rio Grande do Sul, com 10,7%, seguido por Goiás (10,6%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (5,5%). O País vai produzir 350,4 milhões de toneladas, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

Um dos principais destaques dessa alta é a soja. O Paraná, com 22,0 milhões de toneladas, mantém a segunda maior produção do País, apresentando pequenos ajustes nas estimativas esse mês, mas com crescimento de 2,7% frente a 2025. A estimativa da produção nacional da oleaginosa alcançou novo recorde na série histórica, totalizando 174,6 milhões de toneladas, com aumento de 0,3% em relação a abril.

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O milho também aparece em destaque. O Paraná é o segundo maior produtor de milho 2ª safra e obteve uma estimativa de produção de 17,5 milhões de toneladas, participando com 16% do total nacional e sendo 0,9% superior ao mês anterior. De acordo com o último boletim do Departamento de Economia Rural do Paraná, 79% dos hectares plantados apresentam condição boa de desenvolvimento. Com 2,9 milhões de hectares, deve ser uma área recorde para a safra.

A produção da aveia (em grão) foi estimada em 1,3 milhão de toneladas, aumento de 0,7% em relação ao mês anterior. Os maiores produtores do cereal são o Rio Grande do Sul, com 922,3 mil toneladas, e Paraná, com 256,5 mil toneladas, com um aumento de 2,7% em relação a abril. Para a cevada (em grão), a produção estimada foi de 678,7 mil toneladas, aumentos de 1,8% em relação ao mês anterior. O Paraná, maior produtor nacional, é responsável por 552,6 mil toneladas, crescimentos de 2,2% em relação a abril e de 12,1% em relação ao volume produzido em 2025.

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REGIÕES – Entre as regiões, a que lidera o volume de produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é a Centro-Oeste, com 175,9 milhões, o que corresponde a 50,2% do total nacional. Em seguida está o Sul, com 92,4 milhões (26,4%), seguido do Sudeste, com 30,8 milhões (8,8%); Nordeste, com 29,8 milhões (8,5%); e Norte, com 21,5 milhões (6,1%). A região Sul teve o maior prognóstico positivo no novo indicador, com aumento de 7,1%, na frente do Nordeste, com 7,5%.

Fonte: Governo PR

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CastraPet consolida legado ambiental com a instalação de 3,4 mil placas educativas

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Para além do atendimento veterinário, com a castração de mais de 140 mil pets desde 2019, o Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos (CastraPet Paraná) representa um legado considerável na educação ambiental do Estado. Nos últimos 18 meses, a iniciativa coordenada pelo Instituto Água e Terra (IAT) viabilizou a instalação de 3.402 placas educativas em diferentes municípios paranaenses. Os materiais tratam de medidas como guarda responsável, segurança e proteção animal, entre outras ações.

A colocação das placas é uma contrapartida exigida pelo órgão às cidades contempladas pelas ações de saúde e bem-estar animal desenvolvidas a partir da iniciativa. O IAT é uma autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

“O CastraPet é reconhecido nacionalmente pela atuação baseada em um conceito de saúde única, integrando saúde animal, humana e preservação ambiental. E nesse contexto as placas educativas complementam as demais ações do programa, como os mutirões de castração“, afirma a médica veterinária e coordenadora técnica do CastraPet, Girlene Jacob.

Posicionadas em pontos estratégicos dos municípios, em locais com grande circulação de pessoas, as placas abordam temas fundamentais para a segurança coletiva. Entre eles, a necessidade de contenção adequada de animais agressivos, a obrigatoriedade do uso de guia e focinheira em determinadas situações e a importância do manejo responsável por parte dos tutores dos animais. “Dessa forma, o material auxilia na prevenção de acidentes e promove maior conscientização sobre os deveres relacionados à posse responsável”, diz a veterinária.

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“Essa iniciativa transforma os espaços públicos em ambientes permanentes de conscientização. Com isso, milhares de pessoas têm acesso diário às informações que incentivam atitudes responsáveis e fortalecem a cultura e a proteção animal”, acrescenta. 

CASTRAPET – Lançado em 2019, o CastraPet está no 5º ciclo, iniciado em novembro do ano passado. A proposta contempla pets da população de baixa renda, de pessoas vinculadas a organizações da sociedade civil e protetores independentes. O investimento do Governo do Estado nesta etapa é de R$ 19,8 milhões, um incremento de 106% em relação ao 4º período (R$ 9,6 milhões), concluído em maio do ano passado. 

Além da esterilização, o programa propõe práticas de educação sobre a tutela responsável de cães e gatos, contribuindo para a conscientização ambiental, especialmente entre crianças e adolescentes — um dos requisitos para o município participar do projeto. O outro ponto é a intensificação da vacinação antirrábica nos animais, visando a promoção da saúde pública.

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Para isso, o Governo do Estado fiscaliza as atividades organizadas por todas as cidades parceiras do projeto. O programa ainda oferece palestras sobre zoonoses, vacinação e desvermifugação de animais. A colaboração se estende a uma rede que une várias ONGs e diversos protetores independentes, todos compartilhando o objetivo de ampliar a conscientização da sociedade em relação aos animais.

Ao final desta etapa, no segundo semestre deste ano, o projeto terá alcançado todas as 399 cidades paranaenses. 

COMO PARTICIPAR – Para agendar um horário para a castração dos bichinhos, o cidadão deve ir diretamente em um dos pontos determinados pela prefeitura da sua cidade, parceiras do Estado nesta iniciativa. No momento da inscrição os tutores já receberão todas as orientações sobre o pré e pós-operatório, além de medicamentos para os cuidados após a cirurgia dos pets e aplicação de um microchip eletrônico para identificação do animal.

Fonte: Governo PR

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