Brasil
Estande do Ministério do Turismo na COP30 inicia série de painéis para celebrar o Dia do Turismo
O debate sobre turismo e ação climática abriu a sequência de palestras desta quarta-feira (19.11) no estande “Conheça o Brasil”, do Ministério do Turismo, na Green Zone da COP30, em Belém (PA). O encontro, que marcou o início da programação da Pasta em parceria com a ONU Turismo para marcar o Dia do Turismo na COP30, nos dias 19 e 20 de novembro, teve a participação do ministro do Turismo, Celso Sabino, que abordou como o turismo pode impulsionar ações voltadas para a proteção dos oceanos.
“Essa COP30 está dedicando muita atenção à proteção dos nossos rios e oceanos. E nós nos dedicamos bastante para que a Conferência acontecesse da forma que está acontecendo agora. Até ontem, nós já tínhamos recebido mais de 65 mil pessoas. Nosso presidente Lula está aqui hoje. O Brasil apresentou a proposta do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, uma grande iniciativa. Temos a certeza de que, aqui em Belém, estamos construindo um novo planeta”, destacou Sabino.
Mediado por Cyrielle Lam, representante da Ocean and Climate Platform, o encontro reuniu o diretor de ação climática de uma rede hoteleira, Adam Terando, a vice-presidente do movimento Voz dos Oceanos, Heloisa Schurmann e Virginia Fernández-Trapa, coordenadora de Programas de Ação Climática e Circularidade do Departamento de Relações Institucionais, Parcerias e Incidência Política, da ONU Turismo.
“O turismo é um importante impulsionador para economia oceânica. Nos últimos anos, temos observado um crescente movimento global em prol do turismo sustentável e responsável. Temos visto um crescente movimento global, especialmente no que diz respeito ao turismo oceânico e costeiro, seja mergulhando, nadando ou praticando mergulho livre. Queremos ser responsáveis”, frisou Cyrielle Lam ao abrir o painel.
Também durante sua primeira explanação, Virginia Fernández-Trapa, da ONU Turismo, destacou a união entre as iniciativas para a preservação dos oceanos e o turismo.
“Metade das pessoas no mundo escolhem destinos costeiros para as férias. Então é fantástico estar aqui, na COP30, conectando o oceano, o clima e o turismo. E se a gente quiser continuar tendo o oceano como nosso aliado na luta contra as emergências climáticas precisamos começar a agir. O turismo representa uma fatia importante da economia oceânica, então nós temos a nossa responsabilidade”, disse.
Adam Terando detalhou como a rede de hotéis em que trabalha atua para atingir as metas de sustentabilidade e de redução de emissão de carbono.
“Nós temos um roteiro para atingir nossos objetivos. O aspecto mais diretamente relacionado ao meu trabalho é a neutralidade de carbono. Todos os anos trabalhamos para implementar os nossos objetivos por meio de investimentos, ciência e parcerias. Isso precisa ser feito, pois sabemos o quanto o turismo será prejudicado pelas mudanças climáticas. Não temos escolha, precisamos reduzir as emissões e nos adaptar”, frisou.
Já a vice-presidente do movimento Voz dos Oceanos, Heloisa Schurmann, explicou que que velejou por mais de 40 anos, em quatro oceanos diferentes, e que, desde então, observa os impactos das mudanças climáticas.
“O que nós observamos das mudanças climáticas não está em gráficos ou em uma base de dados. Nós vimos, com nossos próprios olhos, em nossas expedições. As tempestades estão ficando mais fortes, as populações precisam estar aptas a enfrentar ciclones, furacões e tempestades. As mudanças climáticas são reais e existem pessoas vivendo nesses locais afetados. Nós precisamos nos conscientizar e ajudar as pessoas por meio do turismo regenerativo”, finalizou.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Em Roraima, 60 meios de hospedagem ainda precisam aderir à nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital
A cinco dias do prazo final de adoção da nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital por meios de hospedagem de todo o Brasil, cerca de 88% dos empreendimentos formais de Roraima ainda precisam se adaptar ao sistema.
Desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) – e obrigatória a partir de 20 de abril (segunda-feira) –, a plataforma já é operada por 8 dos 68 estabelecimentos regulares do estado, agilizando o check-in dos clientes, eliminando o uso de papel e aumentando a segurança dos dados.
O número de empresas locais adequadas à mudança representa cerca de 12% do total de hotéis, pousadas, resorts e outras atividades do ramo inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).
A FNRH Digital proporciona o preenchimento antecipado e automático de dados por meio do sistema Gov.br, podendo ser rapidamente concluído a partir de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento, além de gerar estatísticas mais precisas sobre o perfil de viajantes.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça que a pasta vem orientando meios de hospedagem quanto à adequação e incentiva adesões.
“O Ministério está empenhado em orientar cada empreendimento na transição para o sistema, que qualifica a experiência dos turistas, reduz custos no setor e ainda nos fornece dados mais estratégicos para estruturarmos o futuro do turismo, que vem batendo sucessivos recordes desde 2023 no Brasil. Com esse verdadeiro marco da hotelaria nacional, o governo Lula reafirma o compromisso de consolidar o turismo como um grande motor do desenvolvimento econômico e social, favorecendo fortemente a geração de emprego, renda e inclusão”, frisa o ministro.
A fim de auxiliar o setor na transição, o Ministério do Turismo tem promovido uma série de encontros virtuais com hoteleiros e ações educativas. Uma delas é um vídeo instrucional para os meios de hospedagem seguirem o passo a passo de como aderir à nova ficha. (Acesse AQUI).
O órgão também disponibiliza uma página dedicada exclusivamente a perguntas e respostas frequentes (FAQ), onde interessados podem tirar dúvidas (Acesse AQUI).
MAIS SEGURANÇA – A transição para a FNRH Digital – que no caso de hóspedes estrangeiros não exigirá a necessidade de uma conta Gov.br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações sensíveis seja feito em ambiente criptografado e controlado.
Apenas pessoas autorizadas e sistemas governamentais específicos podem acessar o conteúdo, reduzindo drasticamente o risco de vazamento de dados.
O sistema é operacionalizado por meio da Plataforma FNRH Digital. O acesso ocorre tanto pela conta Gov.br quanto por credenciais específicas da plataforma. Já o login dos meios de hospedagem exige conta Gov.br e, também, cadastro regular no Cadastur.
Cada hóspede tem uma ficha online própria, vinculada à sua estada. No caso da presença de menores de 18 anos de idade ou de pessoas incapazes, o registro é associado à FNRH do responsável legal.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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