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Estado entrega 316 kits do programa Nascer Bem Paraná na região de Maringá

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) entregou nesta quinta-feira (14) mais 316 kits do programa Nascer Bem Paraná para gestantes e puérperas de 14 municípios da região de Maringá, no Noroeste do Estado. A ação contou com a presença da primeira-dama do Paraná, Luciana Saito Massa.

Foram contemplados os municípios de Ângulo, Atalaia, Colorado, Doutor Camargo, Flórida, Itaguajé, Ivatuba, Lobato, Munhoz de Mello, Nossa Senhora das Graças, Paiçandu, Presidente Castelo Branco, Santa Inês e São Jorge do Ivaí.

O Programa Nascer Bem Paraná tem como objetivo garantir cuidado integral a gestantes, puérperas, recém-nascidos e bebês de famílias em situação de vulnerabilidade social. Desde o início das ações, em 2025, já foram entregues 5.379 kits em todo o Estado. Apenas em 2025 foram distribuídos 3.609 enxovais, enquanto 2026 já soma 1.764 entregas.

Com investimento de cerca de R$ 10 milhões, a iniciativa prevê a distribuição de 16 mil kits em 222 municípios paranaenses. O quantitativo foi definido com base na média de nascimentos entre 2020 e 2023, considerando famílias enquadradas na linha da pobreza.

Os kits incluem itens essenciais para os primeiros meses de vida do bebê, como carrinho, roupas, produtos de higiene, acessórios de maternidade e materiais de cuidado. A proposta é garantir mais dignidade, conforto e segurança para mães e recém-nascidos, especialmente em famílias com dificuldades financeiras.

“Quando pensamos no Nascer Bem Paraná, pensamos no coração de cada mãe que sonha em receber seu bebê com mais segurança, carinho e dignidade. Sabemos que a chegada de uma criança transforma uma família inteira e queremos que essas mães se sintam acolhidas e amparadas desde os primeiros dias de vida dos seus filhos. Cada kit entregue carrega cuidado, amor e o compromisso do Governo do Estado com quem mais precisa”, disse a primeira-dama Luciana Saito Massa.

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Segundo a secretária da Sedef, Luiza Simonelli, mais do que entregar um kit de maternidade, o Nascer Bem Paraná representa cuidado, proteção e acolhimento às famílias que mais precisam. “É uma iniciativa que garante mais dignidade para mães e bebês desde os primeiros dias de vida, fortalecendo a rede de proteção social e apoiando os municípios no atendimento à primeira infância”.

O programa atende gestantes a partir da 28ª semana de gravidez e puérperas até 30 dias após o parto. Também podem receber os kits famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e beneficiárias do Bolsa Família. Casos excepcionais de extrema vulnerabilidade, como famílias em situação de desabrigo, crianças com deficiência ou vítimas de violência doméstica, também podem ser contemplados mediante relatório social elaborado pelas equipes técnicas municipais.

As entregas ocorrem de forma gradual, priorizando regiões com maior necessidade social. Entre os critérios utilizados estão o Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Paraná (IVF-PR), o Índice Ipardes de Desempenho Municipal – Dimensão Renda (IPDM), a taxa de mortalidade infantil e o número de gestantes com pré-natal adequado.

Para participar do programa, os municípios firmaram Termo de Adesão junto à Sedef e são responsáveis pelo armazenamento dos kits, atualização cadastral das famílias atendidas e prestação de contas da execução.

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INFÂNCIA FELIZ – Durante agenda no Noroeste do Estado, a primeira-dama também visitou, na quarta-feira (13), as obras da creche do Programa Infância Feliz, em Engenheiro Beltrão. A unidade já alcançou 20,56% de execução. O programa é coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Social e Família.

A estrutura contará com salas de aula, brinquedoteca, lactário, refeitório, jardim sensorial, áreas de convivência e espaços acessíveis para Pessoas com Deficiência (PcD), voltados ao atendimento da primeira infância. “A iniciativa deste programa nasceu principalmente ao pensarmos nas mães paranaenses e nos desafios que muitas famílias enfrentam todos os dias”, disse Luciana.

Segundo ela, cada creche construída representa mais tranquilidade para quem precisa trabalhar sabendo que seus filhos estarão em um lugar seguro, acolhedor e preparado para cuidar da primeira infância com carinho e qualidade. “Ver essa obra avançando em Engenheiro Beltrão é emocionante, porque estamos construindo mais oportunidades, dignidade e um futuro melhor para as nossas crianças e famílias”, explicou.

“O Programa Infância Feliz representa um investimento direto no futuro das nossas crianças e no fortalecimento das famílias paranaenses. Ao ampliar a oferta de creches com estrutura adequada, o Governo do Estado garante mais oportunidades de desenvolvimento na primeira infância e mais segurança para pais e mães que precisam trabalhar e contar com uma rede de apoio de qualidade”, afirmou a secretária Luiza Simonelli.

O Infância Feliz é o maior programa de construção de creches do Brasil voltado para crianças de 0 a 3 anos. A iniciativa prevê a implantação de 447 unidades em todo o Paraná, com investimento total de R$ 849,3 milhões.

Fonte: Governo PR

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IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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