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Paraná

Estado e prefeitura vão construir duas novas pontes de concreto em Mamborê

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A Prefeitura de Mamborê, na região Centro-Oeste, e Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL) vão construir duas novas pontes de concreto, um investimento de R$ 840.873,36. As obras são realizadas por meio de convênios, com aporte total de recursos do Estado.

“As novas pontes em concreto trazem maior segurança para os usuários, principalmente por serem mais resistentes à ação das chuvas, e também foram projetadas para permitir a passagem de veículos maiores e mais pesados, permitindo novas opções de deslocamento e ajustes no tráfego para Mamborê”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Fernando Furiatti.

Uma delas, no valor de R$ 428.332,81, será construída sobre o Rio Sununu, em estrada de acesso para a Comunidade Pensamento, na zona rural. Ela terá 11 metros de comprimento por 7 metros de largura.

A outra vai ficar sobre o Ribeirão Mamborê na Rua Adina Corrêa Cionek, dentro do perímetro urbano do município, também com 11 metros de comprimento por 7 metros de largura.

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Ambas vão substituir antigas pontes de madeira, e utilizarão peças pré-fabricadas de concreto, incluindo aduelas, alas laterais, guarda-roda e lajes, com os berços e capas executados no local, também em concreto. Está prevista ainda a instalação de novas placas de sinalização e adequações das vias de acesso, com serviços de cascalhamento.

A previsão é de construir cada estrutura em 30 dias, após licitação e contratação das obras, o que caberá à Prefeitura de Mamborê, responsável por administrar o andamento dos serviços. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) vai fiscalizar ambas as empreitadas.

Fonte: Governo PR

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Paraná

MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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