Paraná
Estado autoriza inicío das obras de pavimentação no distrito industrial de Jaguariaíva
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), autorizou nesta quinta-feira (2) o início das obras de pavimentação estrutural no Distrito Industrial de Jaguariaíva, na região dos Campos Gerais. A assinatura da ordem de serviço consolida um investimento de R$ 10.487.417,71, recursos do governo estadual.
O projeto prevê a execução de pavimentação poliédrica (calçamento com pedras irregulares) em uma extensão total de 3.602,87 metros de vias urbanas que compõem o polo de produção local. A técnica é amplamente recomendada para áreas industriais periféricas por aliar alta durabilidade para suportar o tráfego pesado de caminhões e excelente capacidade de drenagem de águas pluviais.
Segundo Gislaine Maria Estevão Batista, superintendente do DER-PR na Regional Campos Gerais, esta é uma obra que vai além do asfalto, trazendo dignidade, emprego e competitividade para a economia regional. “A iniciativa visa favorecer o acesso com maior trafegabilidade às indústrias, gerando empregos e desenvolvimento no município”, disse.
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – O Distrito Industrial Ary Fanchin abriga importantes indústrias dos setores madeireiro, de papel e celulose, além de metalmecânica e logística. A falta de pavimentação adequada em alguns trechos gera poeira nos períodos de seca e lama em dias chuvosos, prejudicando o escoamento de mercadorias e o deslocamento diário de trabalhadores.
O prefeito José Sloboda ressaltou o impacto da parceria com o Estado. “São investimentos que trazem melhores condições de vida para a nossa população e impulsionam a geração de empregos. Estamos muito felizes e agradecemos ao Governo do Estado do Paraná por essa grande conquista para Jaguariaíva”.
DETALHES DA OBRA – Além do assentamento dos poliedros (calçamento de pedra irregular), a intervenção engloba toda a preparação prévia das vias, incluindo os serviços de terraplenagem, regularização do subleito, implantação de sub-base e base, além de galerias de águas, construção de meio-fio de concreto e sinalização viária completa.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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