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Estação Sanepar encerra operação com 40 mil atendimentos no Verão Maior

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A Estação Sanepar, projeto de Educação Ambiental com atividades nas areias das praias do Paraná, encerrou as atividades neste último domingo (1) com marcas positivas a celebrar: registrou 40 mil atendimentos aos veranistas e entregou 70 mil brindes. As ações foram realizadas em Morretes, Antonina, Guaraqueçaba, Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná.

Por meio de jogos virtuais, tabuleiros e maquetes, a ação desenvolvida pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) demonstrou as etapas de captação, tratamento e distribuição de água. “A Sanepar atingiu os seus objetivos em levar Educação Ambiental nesta edição, o projeto abrangeu diversas frentes, incluindo o ciclo do rio ao rio”, explicou a gerente de desenvolvimento socioambiental, Palloma de Felix Milczwski.

Uma pesquisa de avaliação aplicada a 1.241 participantes indicou que 95% dos usuários classificaram a iniciativa como excelente. O atendimento dos monitores e as informações sobre o sistema de tratamento de esgoto foram os pontos mais citados dentre os assuntos tratados. As atividades educativas devem ser replicadas em outras cidades do interior do estado no decorrer do ano.

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Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, os indicadores consolidam a presença da companhia no Litoral. “Esses números demonstram o compromisso da Sanepar com o Estado. Trabalhamos com água e saúde, e a temporada de verão permite ampliar o contato direto com a população”, afirmou.

DEMAIS ATIVIDADES  A Sanepar segue com atuação especial no Verão Maior Paraná: as equipes de limpeza, que operam em turnos diurnos e noturnos nos balneários e ilhas, mantêm o serviço ativo até o dia 23 de fevereiro.

Já o projeto Praia Acessível, que oferece o uso das cadeiras anfíbias nos postos de Caiobá, Praia de Leste e Shangri-lá, continua disponível até 18 de fevereiro, de quinta-feira à domingo, das 09h às 17h. O funcionamento no Carnaval será especial, e o encerramento mantém-se na Quarta-Feira de Cinzas (18).

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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