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Equipes especializadas em ações emergenciais já reforçam assistência e cuidado à saúde para vítimas das fortes chuvas na Zona da Mata mineira

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Como resposta emergencial às fortes chuvas que atingiram municípios da Zona da Mata mineira, o Ministério da Saúde coordena uma operação integrada com o envio de equipes especializadas da Força Nacional do SUS e do Departamento de Emergências em Saúde Pública (DEMSP), que já estão em Juiz de Fora e devem chegar a Ubá e Matias Barbosa na manhã desta quinta-feira (26). Nas regiões atingidas, vão realizar ações de acolhimento com atendimento psicossocial e cuidados em saúde mental; vacinação preventiva contra o tétano, já que a bactéria causadora dessa doença pode estar presente nas águas das enchentes; e a reorganização da rede assistencial local.

Para isso, atuam os 18 profissionais enviados pela pasta, entre médicos, enfermeiros, psicólogos e especialistas em logística. Nas cidades atingidas pelas chuvas nesta terça-feira (24), eles estão redirecionando os atendimentos para unidades de saúde não afetadas e remanejando profissionais para garantir cobertura mínima nos locais de maior demanda e, assim, a continuidade dos serviços essenciais.

O Ministério da Saúde também encaminhou aos municípios mineiros medicamentos e insumos estratégicos de primeiros socorros, e está garantindo o abastecimento emergencial de água e, ainda, atuando para a retomada da assistência farmacêutica, com atuação inicial nos municípios de Juiz de Fora e Ubá, além de outras localidades impactadas, conforme priorização pactuada com o Governo de Minas Gerais e as Defesas Civis locais.

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“O Ministério da Saúde e a Força Nacional do SUS estão aqui, presentes nas regiões atingidas. A população mineira pode contar conosco, porque estamos empregando todos os nossos esforços para garantir atendimento, cuidado e apoio à recuperação das áreas atingidas. Não vão faltar recursos financeiros, equipes, estrutura, suporte técnico e assistência em saúde para que as famílias atravessem esse momento com mais segurança, dignidade e acolhimento”, disse o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, que esteve em Juiz de Fora, nesta terça (24) e quarta (25).

Acompanhado pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Massuda monitorou in loco as medidas emergenciais e reforçou a articulação com as gestões locais.

Ações complementares

As novas ações anunciadas hoje se somam às carretas de saúde do programa Agora Tem Especialistas que já estão a caminho dos municípios atingidos para reforçar o atendimento nas fases de recuperação e reconstrução dos serviços de saúde afetados pelas fortes chuvas.

Já o número de profissionais da Força Nacional do SUS em campo será reforçado de acordo com a evolução do cenário e as necessidades dos municípios da região, garantindo que nenhuma cidade fique sem o apoio necessário.

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“A Força Nacional do SUS atua ao lado das prefeituras e do Governo de Minas para organizar o funcionamento dos serviços de saúde, ajustar os fluxos de atendimento e garantir que a rede consiga responder da melhor forma possível às necessidades da população”, afirmou o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda.

No que se refere à vigilância ambiental, o Ministério também atua com o envio de caminhões-pipa por meio do Vigiágua – Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, garantindo abastecimento emergencial em áreas com comprometimento no fornecimento. Além disso, a pasta articula com os municípios a liberação de recursos para garantir as ações emergenciais e a manutenção dos serviços essenciais. 

Nicole Borges
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil

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Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.

Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.

Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.

O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.

O que fazer

Entre os principais atrativos estão:

  • Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.

  • Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.

  • Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.

  • Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.

  • Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.

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Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.

Quando visitar

São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.

Entre os principais eventos estão:

  • Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.

  • Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.

  • Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.

  • Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.

  • Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.

Como chegar

São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.

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Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.

Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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