Política Nacional
Ensino profissional transforma vidas, afirma Paim nos 80 anos de Sesc e Senac
O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento na sessão deliberativa do Senado, homenageou os 80 anos de atuação do Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A data foi lembrada em sessão solene do Congresso Nacional nesta quarta-feira (25).
O parlamentar ressaltou que o Sistema S tem papel relevante na qualificação de trabalhadores e na ampliação de oportunidades.
— São 80 anos de história, com presença em todo o Brasil, construindo um sistema de excelência, voltado ao bem-estar social e à formação profissional dos trabalhadores. Foram criadas em 1946, ambas, no pós-guerra. Nasceram de uma visão solidária e estratégica do setor produtivo, como resposta às necessidades sociais do país — disse.
Paim destacou iniciativas no Rio Grande do Sul voltadas à qualificação de pessoas em situação de vulnerabilidade, com apoio de instituições parceiras.
O senador relatou experiências pessoais ligadas à educação profissional, para demonstrar que ela contribui para o desenvolvimento econômico e social.
— Foi o Senai que me salvou; eu não tinha para onde ir. Era um vendedor de flores, de frutas, em Porto Alegre, na feira de um primo meu. Fiz um teste no Senai e passei. Ali fiz um curso técnico, e a minha vida mudou radicalmente, positivamente. A educação profissional transforma vidas, gera dignidade e constrói a cidadania — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Política Nacional
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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