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Enfermeira de olhar aguçado para o ser humano atua pelo fim da tuberculose no Paraná

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A sensibilidade para compreender aflições e angústias das pessoas levou Juliana Taques a escolher a enfermagem como profissão e como meio de dar apoio efetivo a quem precisa. Natural de Tibagi, ela se formou pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em 2007. “Escolhi a enfermagem porque entendi que se tratava de um curso relacionado ao cuidado integral da pessoa, que exige muita empatia do profissional. Sempre acreditei que tinha esse olhar e me encontrei na profissão”, conta.

Juliana está entre muitos servidores paranaenses que vêm contribuindo para o avanço do Paraná em diversas frentes. Em alusão ao Dia do Servidor, comemorado em 28 de outubro, a Agência de Notícias do Paraná conta a história de alguns desses personagens marcantes, que aprimoram os serviços prestados ao cidadão.

Em 2010, ela prestou concurso público para o Governo do Paraná, foi chamada e atuou por sete anos em uma UTI neonatal. “Ali, tive a certeza da minha escolha. Era o atendimento na ponta, cuidar daquele bebê, mas também da mãe, do pai e de toda a família que ficava fragilizada nesse momento”, relata.

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A partir dessa experiência, a enfermeira aguçou ainda mais seu olhar para o atendimento para o ser humano. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar na parte administrativa da Secretaria da Saúde (Sesa), encarou como um desafio para continuar impactando os pacientes paranaenses, contribuindo para a gestão com a experiência de quem esteve envolvido no atendimento diário à população.

Atualmente, Juliana atua na Divisão de Doenças Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Sesa, como responsável técnica do Plano Estadual pelo Fim da Tuberculose. Juliana e sua equipe têm o desafio de eliminar a doença como um problema de saúde pública até 2030.

No dia a dia, a enfermeira, que escolheu a profissão para cuidar das pessoas, faz a análise de dados em conjunto com as 22 regionais da Saúde, coordenando estratégias e a implementação de programas e ações que são aplicados na ponta. “Hoje trabalho com planilhas, mas meu olhar para o ser humano não mudou. Não vejo apenas números, vejo um pai, uma mãe, uma família, um território inteiro afetado. Sem dúvida, isso nos ajuda a adotar as melhores políticas e ações”, reflete.

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ERRADICAÇÃO – O Plano Estadual pelo Fim da Tuberculose aplicado pela Secretaria da Saúde está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Corresponde ao objetivo 3, que visa erradicar a epidemia global de tuberculose até 2035. No entanto, o Paraná pretende alcançar essa meta ainda mais cedo, até 2030.

Em janeiro deste ano, a estratégia adotada pelo Estado foi selecionada como uma das 15 melhores iniciativas do Brasil para a erradicação da doença, de acordo com o ranking divulgado pelo Ministério da Saúde.

“É uma meta ousada, mas que vamos alcançar. Como servidora pública, acredito muito em servir ao Paraná e contribuir para melhorar a vida das pessoas. Foi assim, com muito orgulho, que atuei durante minha passagem no atendimento diário, e continuo fazendo isso, pensando nas pessoas e em ações para elas, até hoje”, celebra afirma Juliana.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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