Paraná
Empresa com “selo ambiental”, Portos do Paraná destaca ações em prol da sustentabilidade
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, a Portos do Paraná reforça seu compromisso com o tema elencando as ações em 2023, relativas a certificações internacionais, alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), recuperação de áreas degradadas, diversas ações que fazem parte do seu Programa de Educação Ambiental (PEA) e monitoramentos constantes em mar e terra.
Há cerca de uma semana, o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o certificado internacional Ecoports, a mais importante certificação do mundo voltada para gestão ambiental portuária. O reconhecimento é feito pela Organização de Portos Marítimos Europeus (ESPO) e coloca o porto paranaense como referência mundial em gestão e boas práticas ambientais.
“Essa certificação é uma garantia, para investidores e clientes de que nossas operações cumprem requisitos de boas práticas ambientais. É resultado de um trabalho conjunto com toda a comunidade portuária e deve atrair ainda mais negócios e investimentos para o Estado, tornando o porto mais competitivo no mercado global”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Recentemente a Portos do Paraná também recebeu a comitiva internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), dentro de uma missão internacional no Paraná relacionada ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O Estado é o único parceiro brasileiro da entidade num programa de metas da Agenda 2030.
Para João Paulo Santana, diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, o fato da empresa pública ser signatária dos ODS e já estar aplicando isso em suas ações fez com que a visita tenha tido bastante sucesso. “Eles puderam ver ser aplicados aqui aquilo que planejamos que vá ao encontro dos ODS, que é o que eles buscam”, afirmou.
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OUTROS PROJETOS – Outros projetos da Portos do Paraná envolvem a conservação ambiental. Um deles é o Compostar para Cultivar, que iniciou no dia 24 de maio as atividades de duas novas composteiras em escolas na Ilha do Mel. Este é um dos 15 projetos desenvolvidos pela empresa pública nas comunidades localizadas na área de influência dos portos paranaenses.
Em 2022, por meio do projeto, cerca de uma tonelada de resíduos orgânicos foi compostada pelos alunos em duas composteiras na Ilha do Mel. Todo o material foi preparado, pesado, ensacado e rotulado para distribuição aos alunos. Outra parte do composto foi vendido para a comunidade da ilha e o dinheiro revertido para a associação de pais e mestres.
A Portos do paraná tem se destacado também através de seu Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) e do Programa de Educação Ambiental (PEA).
Segundo a bióloga da Portos do Paraná, Jaqueline Dittrich, o PEA é dividido em vários projetos, um deles é voltado ao fortalecimento de recicladores do Litoral do Paraná. “Várias ações buscam melhorar a qualidade de vida e de renda dos profissionais que trabalham com a reciclagem. Também atuamos na gestão documental, buscando auxiliá-los na emissão de licenças e gestão de documentos”, explicou a bióloga.
Paralelamente, o PGRS tem o objetivo de reduzir a geração de resíduos na fonte, através de um trabalho de educação ambiental, de conhecimento e aprendizado com os colaboradores internos.
A Portos do Paraná também implantou um sistema de tratamento de esgoto alternativo com biodigestores na escola e na sede da Associação de Moradores da Ilha de Eufrasina, no Litoral do Estado. Em seguida, a empresa pública ministrou aos moradores da comunidade uma oficina sobre como implantar o sistema em suas residências.
A ação faz parte do Programa de Educação Ambiental da Portos do Paraná e conta com parceria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Secretaria Municipal de Aquicultura e Pesca de Paranaguá.
PRAD – A empresa pública iniciou no fim de abril o plantio de mudas de árvores nas áreas que estão sendo recuperadas através de sistemas agroflorestais do Programa de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente Degradadas (PRAD). A intenção é recuperar 40 hectares de áreas de preservação permanente, seja na beira de rios ou no entorno de nascentes. O trabalho é desenvolvido em propriedades agrícolas parceiras, dentro da Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba, nas bacias hidrográficas dos rios Pequeno, Cacatu, Faisqueira e Cachoeira.
MUTIRÕES DE LIMPEZA – E mais recentemente dois grandes mutirões de limpeza foram organizados e coordenados pela Portos do Paraná. O primeiro foi um mutirão de limpeza nas praias e trilhas da comunidade de Eufrasina, ilha do litoral paranaense. O segundo aconteceu dia 02 de junho, quando cinquenta voluntários acordaram cedo para participar do trabalho em Antonina. Cerca de 2,5 toneladas de resíduos foram recolhidos e destinados à reciclagem. O que era lixo poluindo esse importante ecossistema virou recursos para os catadores da associação local.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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