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Emoção até o último segundo: Cruzeiro e Vasco empatam em batalha de seis gols

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Em um confronto digno de cinema, Cruzeiro e Vasco da Gama protagonizaram um empate eletrizante de 3 a 3 na noite deste domingo (15.03), em Belo Horizonte, no Mineirão. Em uma partida com viradas, expulsão e gols nos acréscimos, as equipes dividiram os pontos em um duelo que manteve os torcedores na ponta da cadeira até o apito final.

O jogo foi uma verdadeira montanha-russa de emoções, com o Cruzeiro abrindo o placar, o Vasco virando com dois gols rápidos, sofrendo uma expulsão, o Cruzeiro empatando, o Vasco reassumindo a frente com um jogador a menos e, finalmente, a Raposa buscando o empate heroico no último lance.

Primeiro Tempo: Cruzeiro sai na frente

A partida começou com o Cruzeiro mostrando mais iniciativa e sendo recompensado cedo. Aos 8 minutos do primeiro tempo, Christian subiu de cabeça após um passe de Kaiki e colocou a bola no ângulo superior esquerdo, abrindo o placar para a Raposa. O Vasco tentou responder, com Cuiabano tendo uma chance em impedimento e David finalizando bloqueado. Houve chances para ambos os lados, mas o placar permaneceu 1 a 0 para o Cruzeiro até o intervalo, com Andrés Gómez recebendo um cartão amarelo para o Vasco.

Segundo Tempo: um festival de gols e reviravoltas

A etapa final trouxe um enredo inacreditável. O Vasco voltou do vestiário com outra postura e, em um intervalo de poucos minutos, virou o jogo. Aos 7 minutos, Cauan Barros empatou de cabeça, aproveitando um cruzamento de Cuiabano. Dois minutos depois, aos 9, novamente Cauan Barros balançou as redes, desta vez de muito perto, colocando o Vasco à frente por 2 a 1.

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No entanto, a euforia vascaína durou pouco. Aos 14 minutos, o próprio Cauan Barros, herói dos dois gols, cometeu uma falta sobre Matheus Pereira e, após revisão do VAR, foi expulso, deixando o Vasco com um jogador a menos por boa parte do segundo tempo.

Mesmo com a desvantagem numérica, o jogo seguiu intenso. O Cruzeiro aproveitou a superioridade e buscou o empate aos 25 minutos, quando Néiser Villarreal finalizou no canto inferior esquerdo após assistência de Chico da Costa, deixando o placar em 2 a 2.

Quando parecia que o empate se consolidaria, o Vasco, mesmo com dez homens, demonstrou uma resiliência impressionante. Aos 41 minutos, Brenner, que entrou no decorrer da etapa, arriscou uma finalização de fora da área e acertou o canto inferior esquerdo, colocando o time carioca novamente à frente, 3 a 2.

Com 10 minutos de acréscimo anunciados, o Cruzeiro se lançou ao ataque em busca do gol salvador. A pressão surtiu efeito no limite. Aos 49 minutos dos acréscimos, Japa, que havia acabado de entrar, subiu de cabeça após um cruzamento de Kauã Moraes e mandou para o fundo das redes, selando o empate em 3 a 3.

A partida ainda teve tempo para uma última falta cometida por Keny Arroyo já nos últimos segundos, mas o apito final chegou confirmando um dos jogos mais emocionantes da rodada. Um verdadeiro espetáculo para os amantes do futebol, com as duas equipes lutando bravamente por cada ponto.

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FICHA TÉCNICA
                                                         Cruzeiro 3×3 Vasco da Gama
Competição Campeonato Brasileiro, 6ª rodada
Local Mineirão
Data e Horário 15/03/2026 às 20h30
Árbitro Lucas Paulo Torezin (PR)
Assistentes Leila Naiara Moreira da Cruz (DF) e Henrique Neu Ribeiro (SC)
VAR Adriano de Assis Miranda (SP)
AVAR Herman Brumel Vani (SP)
AVAR 2 Tiago Nascimento dos Santos (PE)
Cartões Amarelos Matheus Pereira (CRU); Andrés Gómez e Brenner (VAS)
Cartão Vermelho Barros (VAS)
Gols Christian, Chico da Costa e Japa (CRU); Barros (duas vezes) e Brenner (VAS)
Escalação Cruzeiro Matheus Cunha; William (Kauã Moraes), Fabrício Bruno, Villalba (Wanderson), Kaiki; Matheus Henrique (Japa), Lucas Silva (Villarreal), Christian (Arroyo), Gerson, Matheus Pereira; Chico da Costa. Técnico: Tite.
Escalação Vasco da Gama Léo Jardim; Paulo Henrique, Saldivia, Robert Renan, Cuiabano; Hugo Moura (JP), Barros, Tchê Tchê (Lucas Freitas); Nuno Moreira (Lucas Piton), Andrés Gómez (Puma Rodríguez) e David (Brenner). Técnico: Renato Gaúcho.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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