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Em Paranaguá, Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”

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O Núcleo Regional de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou na manhã desta sexta-feira, 24 de abril, a Operação Estanque, que apura a atuação de um grupo organizado para promover o furto qualificado de cargas de caminhões, na modalidade conhecida localmente como “vazada”.

Acesse imagens da operação

A prática consiste na abertura de bicas e no uso de tombadores dos veículos, fazendo com que a carga — como fertilizantes, soja, farelo de soja e outras commodities — se espalhe pela rodovia e seja posteriormente recolhida por terceiros arregimentados pelos envolvidos.

Foram cumpridos cinco mandados de busca domiciliar no litoral do estado, com apoio do Grupamento de Motos da 1ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM). Durante o cumprimento das ordens judiciais, expedidas pela 2ª Vara Criminal da comarca, foram apreendidos celulares dos investigados — os aparelhos serão periciados e poderão fornecer dados para auxiliar na continuidade das investigações.

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Segundo apurado, as cargas furtadas na modalidade “vazada” eram posteriormente revendidas a receptadores, que justificavam a posse do material como “varreduras de caminhões”. As investigações também identificaram que os envolvidos utilizavam métodos diversos para reduzir a velocidade ou provocar a parada dos caminhões, facilitando a subtração das cargas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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MPPR emite recomendação administrativa para Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana garantir acessibilidade nas dependências de atendimento ao público

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Apucarana, no Norte Central do estado, expediu recomendação administrativa direcionada ao diretor-presidente da Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana. O documento orienta para a realização de obras e adequações estruturais para garantir acessibilidade segura e autônoma nas dependências e entradas de atendimento ao público do órgão municipal.

Áudio do Promotor de Justiça Gustavo Marcel Fernandes Marinho

A medida foi tomada no âmbito de procedimento administrativo instaurado após denúncia de uma usuária de cadeira de rodas motorizada. Segundo apurado, o local apresentava degraus na entrada principal, o que impedia o acesso autônomo de pessoas com deficiência física. Após a reclamação da usuária, foi instalada no local uma rampa improvisada com chapa de lata, sem fixação firme, desnivelada e sem corrimão ou elementos de proteção, gerando risco de quedas e acidentes.

Na recomendação, a Promotoria de Justiça destaca que a rampa improvisada viola diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de contrariar a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei Federal 13.146/2015) e a Constituição Federal. O texto reforça que a falta de acessibilidade em prédios públicos gera constrangimento e fere a dignidade dos cidadãos.

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Prazo e providências – O MPPR fixou o prazo de 90 dias para que a administração da Autarquia Municipal de Saúde providencie a retirada da rampa de lata e conclua as obras de adequação definitiva. A nova estrutura deve contar com piso tátil, inclinação correta, nivelamento adequado e corrimãos em duas alturas.

Caso a recomendação não seja cumprida no prazo estabelecido e sem justificativa formal, o Ministério Público poderá adotar as medidas judiciais cabíveis, incluindo o ajuizamento de ação civil pública e a apuração de eventual responsabilidade por ato de improbidade administrativa.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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