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Brasil

Em Nova York, Marina Silva recebe prêmio internacional por liderança na conservação do meio ambiente

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, recebeu, nesta segunda-feira (22/9), o Prêmio por Liderança Excepcional em Conservação (Distinguished Leadership in Conservation Award) em Nova York, nos Estados Unidos. A condecoração é oferecida desde 2012 pela organização estadunidense Wildlife Conservation Society (WCS) a líderes globais com atuação extraordinária pela preservação do meio ambiente e da vida humana. É a primeira vez que uma brasileira é homenageada.

Concedido anteriormente a nomes como a ex-secretária de Estado e senadora dos EUA, Hillary Clinton, o naturalista britânico Sir David Attenborough, e o Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU para Ação Climática e ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, o prêmio foi entregue à ministra pelo presidente e CEO da WCS, Adam Falk, durante cerimônia no Zoológico do Central Park como parte da Semana do Clima de Nova York.

Marina Silva afirmou se sentir honrada em receber a homenagem, que não é apenas um reconhecimento por sua longa trajetória enquanto liderança ambiental, mas pela importância global do Brasil para a preservação do meio ambiente e enfrentamento à mudança do clima, às vésperas da COP30, Conferência do Clima da ONU que ocorre em Belém em novembro.

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 “Desde que o presidente Lula assumiu o cargo, alcançamos 46% de redução do desmatamento na Amazônia, lançamos uma nova NDC alinhada à meta de 1,5ºC, construímos políticas que beneficiam povos indígenas e comunidades locais, os verdadeiros guardiões da biodiversidade, e criamos novos mecanismos econômicos para valorizar a manutenção das florestas em pé, como o Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF), que pode beneficiar cerca de 70 países detentores de florestas tropicais. Tudo isso é fruto do compromisso das equipes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama, ICMBio, Jardim Botânico do Rio de Janeiro e demais instituições do governo brasileiro, aliado às valiosas contribuições da sociedade civil e academia”, destacou. “Pessoalmente e em minha atuação pública, empenho todos os esforços para integrar economia e ecologia, a única maneira de garantir um futuro próspero e sustentável para a humanidade.”

“É uma oportunidade excepcional para a WCS conceder esta homenagem a uma verdadeira líder de longa data, a ministra Marina Silva”, disse Falk. “Sua liderança definiu o que se torna possível quando ambição, coragem e experiência convergem na luta para proteger a natureza e o clima global e defender os direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.”

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Prêmio Thomas E. Lovejoy

À ocasião, a segunda edição do Prêmio Thomas E. Lovejoy também foi entregue a Martin von Hildebrand, antropólogo e etnólogo que há 50 anos trabalha na defesa dos direitos dos povos indígenas e para a conservação da Amazônia. 

A condecoração homenageia o legado do biólogo estadunidense especialista em biodiversidade Thomas E.Lovejoy, falecido em 2021. É concedida pelas organizações WCS, Conservação Internacional (CI), Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e WWF dos Estados Unidos.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 
 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

MJSP transforma Defensoria em Todos os Cantos em programa nacional e premia iniciativas de acesso à Justiça

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Brasília, 20/5/2026 – No Dia do Defensor Público, celebrado na terça-feira (19), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) realizou a entrega do prêmio Defensoria em Todos os Cantos, em solenidade no Palácio da Justiça, na capital federal.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju) e busca reconhecer, valorizar e dar visibilidade a projetos desenvolvidos por defensorias públicas que contribuam para a garantia de direitos e a redução das desigualdades, especialmente para populações em situação de vulnerabilidade.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima, destacou que o edital vai além de uma premiação ao reconhecer e fortalecer experiências transformadoras desenvolvidas pelas Defensorias Públicas da União, dos estados e do Distrito Federal.

“São iniciativas que enfrentam desigualdades estruturais, promovem justiça racial, fortalecem os direitos das mulheres, ampliam o uso da tecnologia no acesso à Justiça e atuam na proteção socioambiental, no sistema prisional, nas ouvidorias externas e em tantas outras frentes essenciais para a efetivação de direitos”, afirmou o ministro.

Durante a cerimônia, Wellington Lima assinou a portaria que institui oficialmente o Defensoria em Todos os Cantos como programa nacional.

O dispositivo de honra também contou com a presença da defensora pública-geral federal, Tarcijany Machado; da presidente do Conselho Nacional de Defensoras e Defensores Públicos-Gerais, Luziane Castro; da presidente da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais (Anadef), Luciana Grando Bregolin; e da coordenadora da Plataforma Justa e integrante da banca de avaliação do projeto, Luciana Zafallon.

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“O trabalho de defensoras e defensores públicos precisa ser reconhecido e fortalecido. Enquanto houver pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade no Brasil, a defensoria seguirá como instituição essencial para a garantia da justiça, dos direitos e da democracia”, ressaltou a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho.

Defensoria em todos os cantos
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Reconhecimento nacional

Ao todo, sete projetos foram vencedores, além de uma menção honrosa em cada eixo temático, que incluiu áreas como justiça criminal e sistema prisional, justiça racial, justiça socioambiental, enfrentamento à violência e direitos das mulheres. Cada iniciativa vencedora receberá prêmio de R$ 120 mil.

Para a secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula, as defensorias públicas exercem papel estratégico na redução das desigualdades sociais e no fortalecimento da cidadania.

“O projeto traduz uma ideia poderosa presente na Constituição: para ser justa, a Justiça precisa alcançar todas as pessoas, realidades e territórios do Brasil, e não apenas as grandes capitais”, destacou a titular da Senajus.

As premiações foram entregues por secretários do MJSP, entre eles André Garcia (Senappen), Marta Machado (Senad), Chico Lucas (Senasp) e Ricardo Morishita (Senacon); pelo diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan; pelo deputado federal Stélio Dener; pela secretária-executiva do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Caroline Dias; além de representantes das defensorias públicas.

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Confira a lista de vencedores e menções honrosas

Justiça Criminal e Sistema Prisional
* 1º lugar: Inspeções em Dias de Visita em Unidades Prisionais (SP)
* Menção honrosa: Alerta 180 (MT)

Enfrentamento às Desigualdades Estruturais
* 1º lugar: Central de Vagas em Creches da Defensoria Pública de Rondônia (RO)
* Menção honrosa: Defensorias do Araguaia – Defensoras e Defensores Públicos pelos Povos Originários do Tocantins (TO), Mato Grosso (MT) e Goiás (GO)

Inovação e Tecnologia para Ampliação do Acesso à Justiça
* 1º lugar: Na Porta da Comunidade (CE)
* Menção honrosa: Pacifica.DEF (PR)

Justiça Socioambiental, Povos e Comunidades Tradicionais
* 1º lugar: Bem Viver: atendimento intercultural em territórios indígenas (AM)
* Menção honrosa: Justiça socioambiental e climática: proteção dos territórios tradicionais, da Defensoria Pública do Estado do Pará (PA)

Justiça Racial
* 1º lugar: Ação Cidadã Infância sem Racismo: por uma Educação Antirracista (BA)
* Menção honrosa: Turma da Mel da Defensoria Pública de Rondônia (RO)

Enfrentamento à Violência e Direitos das Mulheres
* 1º lugar: DefenDelas (SC)
* Menção honrosa: Projeto RenovAÇÃO Homens (DF)

Iniciativas das Ouvidorias Externas
* 1º lugar: Projeto Educação Escolar Indígena como Direito (RS)
* Menção honrosa: Projeto Ìmọ́lẹ: o direito à energia e à dignidade nos territórios tradicionais (MA)

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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