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Em Nova Laranjeiras, Carreta Saúde atenderá mulheres da aldeia Rio das Cobras

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A 10ª parada da Carreta Saúde da Mulher será em Nova Laranjeiras, no Centro-Sul do Paraná, a partir de segunda-feira (17), onde permanecerá até sexta (22), com um diferencial: o atendimento a mulheres da aldeia indígena Rio das Cobras. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), leva exames preventivos e diagnósticos de alta qualidade para mais perto das mulheres paranaenses. A previsão é realizar mais 1,5 mil atendimentos, entre consultas e exames, na região.

A estrutura móvel estará no Lago Municipal de Nova Laranjeiras, junto ao Centro de Eventos ASPM, na Rua São João Batista, ao lado do Hotel e Restaurante Martello. A carreta fará o atendimento para mulheres de Nova Laranjeiras e também dos municípios de Laranjeiras do Sul, Marquinho, Laranjal, Palmital, Virmond, Guaraniaçu e Quedas do Iguaçu.

O secretário de Estado da Saúde em exercício, César Neves, destaca a importância da iniciativa como um serviço que está mudando a realidade de muitas mulheres que moram no Interior. “A chegada da carreta a Nova Laranjeiras reforça o compromisso do Governo do Estado em descentralizar o acesso à saúde. Com essa carreta, estamos levando a saúde para mais perto das cidadãs paranaenses. Ela vai rodar o Estado com equipamentos de ponta, garantindo que o diagnóstico chegue mais rápido e o tratamento possa ser iniciado o quanto antes”, afirmou.

ALDEIA RIO DAS COBRAS – Para as mulheres da aldeia indígena Rio das Cobras, a ação prevê a oferta de 40 mamografias, 31 ultrassonografias e exames citopatológicos (Papanicolau), além de orientações de promoção de saúde e autocuidado. Elas serão atendidas, especialmente, no dia 17.

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O território é a maior terra indígena do Paraná e está localizado entre Nova Laranjeiras e Espigão Alto do Iguaçu, com 19 mil hectares de área. É ocupado por mais de 3 mil indígenas das etnias Guarani e Kaingang segundo o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (Siasi) do Ministério da Saúde.

CARRETA SAÚDE DA MULHER – A Carreta Saúde da Mulher oferece exames de mamografia bilateral para rastreamento (40 a 74 anos), mamografia diagnóstica, coleta de material do colo do útero para exame citopatológico (Papanicolau, de 25 a 64 anos) e ultrassonografias transvaginal, de mamas e tireoide, assim como orientações de promoção de saúde e autocuidado.

Com o objetivo de oferecer agilidade no diagnóstico, os resultados de exames de ultrassom são entregues na hora. Os demais exames têm prazos diferentes. Um protocolo é entregue para acompanhar os resultados de mamografias, em até cinco dias, e de citopatologia, em 15 dias.

Para participar, as mulheres devem fazer o agendamento no sistema do município, sendo necessário apresentar a guia de encaminhamento e o pedido médico para a efetivação do atendimento.

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A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, complementa que a ação é fundamental para alcançar quem mais precisa e enfatiza que a Carreta Saúde da Mulher é a materialização do cuidado e do olhar do Estado para as mulheres, levando o diagnóstico precoce para as diversas regiões do Paraná.

“A ação da Sesa tem como objetivo atender as mulheres que, por um motivo ou outro, não têm tempo ou não conseguem chegar às unidades de saúde, garantindo que a prevenção e o diagnóstico precoce sejam acessíveis a todas”, explicou.

PRÓXIMA PARADA – Depois de atender a região de Nova Laranjeiras, a Carreta Saúde da Mulher segue para a 11ª parada, em Palmas, onde ficará entre 24 e 29 de novembro. O programa já contabiliza mais de 15 mil procedimentos realizados em diversas cidades do Paraná, demonstrando o sucesso da estratégia de saúde itinerante.

A Carreta Saúde da Mulher foi lançada em setembro com o objetivo de percorrer todo o Estado e dar atendimento a cerca de 18 mil mulheres em mais de 60 cidades. Tem sido de grande importância para reduzir ou mesmo acabar com a demanda por exames, como na cidade de Cerro Azul, onde a fila para mamografia foi zerada. O projeto é estratégico, com atendimento especializado a mulheres que vivem longe dos grandes centros.

Fonte: Governo PR

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Paraná instala cabine de amamentação em terminal metropolitano e amplia conforto das mães

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O Governo do Estado implementou, de forma pioneira no Brasil, uma cabine modular de amamentação em um terminal do transporte coletivo metropolitano. A iniciativa começa com um módulo experimental no Terminal Metropolitano Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com instalação realizada pela Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep) nesta quinta-feira (7), perto do Dia das Mães. Ela já estará à disposição da população a partir desta sexta-feira (8).

O projeto-piloto recebeu investimento de R$ 53,5 mil. A Amep também será responsável pelo acompanhamento e fiscalização da estrutura durante a fase inicial. A proposta inclui fornecimento, transporte, montagem e instalação da cabine, além de garantia e suporte técnico, seguindo normas de acessibilidade, segurança e higiene.

Segundo o presidente da Amep, Gilson Santos, a iniciativa responde a uma demanda concreta das usuárias do sistema. “Hoje, quase 60% dos passageiros do transporte coletivo metropolitano são mulheres. Muitas delas se deslocam diariamente com seus filhos e precisam de um espaço apropriado para amamentação ou cuidados básicos. A cabine vem justamente para oferecer conforto, segurança e dignidade para essas usuárias”, afirmou.

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A proposta surgiu a partir de uma diretriz do governador Carlos Massa Ratinho Junior, após observar modelos semelhantes em funcionamento no Exterior. “Desenvolvemos o projeto e agora iniciamos essa fase piloto, que será monitorada para avaliar o uso e eventuais ajustes antes de ampliar para outros terminais”, explicou Santos. Nos primeiros meses, a Amep fará o acompanhamento do funcionamento para avaliar a adesão das usuárias e o desempenho do equipamento.

ESTRUTURA E DEMANDA – A cabine foi projetada para oferecer um ambiente reservado, seguro e confortável para mães que utilizam o transporte coletivo e precisam de um espaço adequado para amamentação e cuidados com os filhos durante o deslocamento. O uso será gratuito e aberto ao público, sem necessidade de cadastro.

A estrutura foi planejada para operação contínua em ambientes de grande circulação, com ventilação adequada, superfícies de fácil higienização e mobiliário de apoio. A cabine contará com monitoramento externo e sinalização dentro do terminal, facilitando a identificação pelas passageiras.

A medida atende a uma demanda recorrente no sistema metropolitano, especialmente entre mulheres que conciliam trabalho e cuidados com os filhos. Muitas passageiras utilizam os terminais como pontos de conexão e, nesse intervalo, precisam realizar tarefas como amamentação ou troca de crianças sem dispor de um espaço apropriado.

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Além do impacto na mobilidade, a iniciativa dialoga com recomendações de saúde pública. O aleitamento materno deve ser incentivado de forma exclusiva até os seis meses de idade e continuado até pelo menos os dois anos, pelos benefícios à criança e à mãe.

A expectativa é que, após o período de testes de aproximadamente 60 dias, o modelo possa ser replicado em outros terminais metropolitanos do Paraná, como Colombo e Fazenda Rio Grande, ampliando a rede de acolhimento às mães que utilizam o transporte público.

“É um projeto inovador, uma experiência nova no Brasil. A ideia é começar, avaliar e, a partir disso, expandir essa estrutura para outros equipamentos do sistema metropolitano”, concluiu o presidente da Amep.

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Foto: Amep

REDE DE APOIO – O projeto da Amep se insere em uma política mais ampla do Governo do Estado voltada à primeira infância e à valorização das mulheres.

Em 2023, foi inaugurada a primeira sala de apoio à servidoras lactantes no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Paralelamente, o Paraná também conta atualmente com 29 salas de apoio à amamentação certificadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). As estruturadas, instaladas em empresas privadas, precisam seguir critérios que garantem condições adequadas para o atendimento das mulheres e o armazenamento seguro do leite materno.

Fonte: Governo PR

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