Paraná
Em mutirão de duas horas, Estado recolhe 7 mil itens descartáveis na Ilha do Mel
Um mutirão organizado pelo Instituto Água e Terra (IAT) e a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável nesta quinta-feira (11) recolheu mais de sete mil itens abandonados na Ilha do Mel, em Paranaguá, no Litoral, em apenas duas horas, totalizando 20 quilos de resíduos. A operação contou com o apoio de voluntários e foi realizada em conjunto com a ONG Eco Local Brasil, especializada no combate ao descarte indevido de resíduos plásticos no meio ambiente.
O foco da ação foi a coleta do microlixo que é deixado próximo aos bolsões de areia da praia pela maré, como copos plásticos, tampas de garrafa, bitucas de cigarro e canudinhos, todos objetos que impactam de forma negativa na fauna marinha. Ainda assim, foram encontrados resíduos inusitados, como chinelos, botas e lixo eletrônico. Cerca de 50 pessoas participaram do mutirão pelo meio ambiente.
“Esse tipo de iniciativa é crucial para a conscientização da população para que cuide da Ilha do Mel, para que coletem o lixo que geram. Isso contribui significativamente para a preservação da qualidade ambiental da região”, destaca a coordenadora do escritório do IAT responsável pela Ilha do Mel, Evelyn Jaques de Almeida.
Coordenador das atividades da Eco Local e um dos líderes da iniciativa, Filipe Oliveira explica que, ao contrário do que posso parecer, a maior parte do lixo depositado na praia não vem dos moradores da ilha ou dos turistas. “O trabalho que nós realizamos junto com o IAT é muito importante para combater a poluição marinha, visto que a Ilha do Mel está localizada no corredor do estuário do Litoral paranaense. Isso faz com que ela receba o lixo de vários outros rios do Estado, funcionando como filtro de resíduos”, afirma.
Em um processo de logística reversa, os resíduos recolhidos foram encaminhados para uma cooperativa de coletores do município de Pontal do Paraná, também no Litoral. O material será separado, pesado, prensado e retornará para a indústria como novas embalagens, gerando renda para os moradores da região.
“Educação ambiental é essencial. Todo cidadão é responsável por sua parte, desde a sua casa, com a coleta seletiva. Em três, quatro minutos, encontramos garrafas, vidros. São materiais de difícil decomposição. Esse é um problema mundial que todos têm que participar da solução”, afirma o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge.
O mutirão de conscientização ajuda também a formar novos protetores da natureza. Moradora da ilha, Ayla Sophie Alves, de 7 anos, participou pela primeira vez de ação de limpeza. E promete não esquecer nunca mais “É muito importante fazer a nossa parte para que os animais não engasguem com o lixo. A partir de agora, vou sempre recolher o lixo quando estiver passeando com minha família”, diz.
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OUTRAS AÇÕES – A Ilha do Mel não será a única Unidade de Conservação (UC) que terá ações de limpeza organizadas pelo IAT. Haverá ainda mutirões voluntários no Parque Estadual do Boguaçu, em Guaratuba, no dia 18/1; no Parque Estadual do Palmito, em Paranaguá, no dia 25/1; e na Estação Ecológica do Guaraguaçu, em Paranaguá, no dia 1º/2. Os interessados precisam se inscrever antecipadamente no Programa de Voluntariado em Unidades de Conservação do Paraná – VOU.
VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.
Fonte: Governo PR
Paraná
Estoques de sangue O- e O+ chegam a níveis críticos e Hemepar solicita doações
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), através do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), apela à população por doações dos tipos sanguíneos O positivo (O+) e O negativo (O-), que estão com estoques baixos e em níveis críticos em algumas regiões do Paraná. As doações podem ser feitas nas 23 unidades da Hemorrede Paranaense, que atendem mais de 380 hospitais de todo o Estado.
Conforme dados do Hemepar, a situação mais preocupante está na região Oeste, nas cidades de Cascavel, Toledo, Pato Branco e Francisco Beltrão, além de Londrina e Maringá, nas regiões Norte e Noroeste, e Curitiba. As doações podem ser feitas através de agendamento no site do Hemepar, que evita filas e espera. Clique AQUI para fazer o agendamento.
“O tipo de sangue O positivo e negativo é o mais necessário, e ele vai atender toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), além de hospitais privados e beneficentes. Estamos apelando ao espírito solidário do paranaense que busque uma de nossas centrais do Hemepar para doar. Ajude as pessoas, pois doar sangue é um ato que salva até quatro vidas e não faz mal nenhum”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
O sangue do tipo O Rh negativo (O-) é o mais valioso em emergências médicas, pois ele pode ser utilizado em qualquer paciente por não possuir os antígenos A, B ou Rh. Em casos graves, quando alguém chega ao hospital com uma hemorragia severa e não há tempo de fazer o teste do tipo de sangue, os médicos utilizam o tipo O- para salvar a vida do indivíduo.
Já o sangue do tipo O Rh positivo (O+), embora não seja o doador universal absoluto (devido ao fator Rh), é o tipo sanguíneo mais comum na população brasileira. Por ser o mais frequente, é o mais utilizado nos hemocentros. Além disso, ele pode ser doado para qualquer pessoa que tenha fator Rh positivo (A+, B+, AB+ e o próprio O +), o que abrange a grande maioria da população.
Além do atendimento a pessoas em estado grave, a doação de sangue é essencial para garantir o atendimento de cirurgias, tratamentos oncológicos e uma infinidade de procedimentos que precisam de transfusão. O sangue captado na Hemorrede é utilizado para atender a demanda de 95,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná.
Cada doação gera, em média, de 450 ml a 470 ml de sangue e cada bolsa pode ser fracionada em até quatro hemocomponentes: hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado (plasma fresco congelado). Uma doação pode salvar, no mínimo, quatro vidas.
Em 2025, a rede do Hemepar registrou 214.377 doações, numa média de mais de 17.864 doações por mês, 703 por dia. Neste ano, entre os meses de janeiro a abril, foram registrados 72.054 doações, número 3,2% maior do que no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 69.698 doações.
A reposição do volume de sangue doado não causa nenhum prejuízo para o organismo. O plasma ocorre em 24 horas e a dos glóbulos vermelhos em quatro semanas.
QUEM PODE DOAR – Para doar, é necessário ter entre 16 e 69 anos completos. Menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal. Homens podem doar a cada dois meses e, no máximo, quatro vezes ao ano. Mulheres, a cada três meses, num total de três doações ao ano.
O doador deve pesar no mínimo 50 quilos, estar descansado, alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação). Para doar sangue é obrigatório apresentar documento oficial com foto, nome completo, data de nascimento, nome da mãe, número do RG e/ou CPF.
Fonte: Governo PR
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