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Em Foz do Iguaçu, Gaeco cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeito de integrar facção criminosa

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu nesta quarta-feira, 1° de outubro, um mandado de prisão e um mandado de busca e apreensão em face de um suspeito de pertencer à facção criminosa com atuação nacional.

O investigado cumpria pena em regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, em razão de duas condenações anteriores pelo crime de organização criminosa. As apurações do Gaeco indicam que ele se manteve vinculado à facção criminosa, mesmo após a segunda condenação, ocupando cargo de liderança na região Oeste do Paraná.

A ordem de busca e apreensão foi deferida pelo Juízo da 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu, e buscou o recolhimento de aparelhos celulares, computadores, tablets, outros dispositivos eletrônicos, documentos, anotações, fichas de cadastro, estatutos e quaisquer materiais relacionados à organização criminosa.

Já o mandado de prisão foi expedido pelo Juízo da Vara de Execuções Penais de Foz do Iguaçu, após a determinação de regressão de regime no processo de execução, em razão de aumento de sua pena pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, a partir de recurso de apelação apresentado pelo Ministério Público.

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O Núcleo de Foz do Iguaçu do GAECO está à disposição para receber informações da população acerca de possíveis crimes por meio do telefone (45) 3308-1344 ou pelo e-mail [email protected].

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público denuncia por cárcere privado e violência psicológica homem que manteve mulher confinada na própria casa em Colombo

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O Ministério Público do Paraná denunciou pelo crime de cárcere privado e violência psicológica um homem investigado por manter a mulher com quem convivia confinada, por cerca de um ano, em sua própria residência, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima, que tem um filho ainda criança, foi resgatada na última sexta-feira, 7 de agosto, após conseguir enviar um e-mail pedindo ajuda a um serviço da Secretaria da Mulher do Município. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 11 de agosto, pela 3ª Promotoria de Justiça de Colombo.

De acordo com o apurado, o denunciado controlava e restringia a liberdade da mulher, mantendo as grades e janelas da residência fechadas e a porta trancada por fora nas ocasiões em que estava ausente, somente permitindo que ela deixasse o imóvel mediante sua autorização. Ele ainda instalou um sistema de monitoramento por câmeras na residência para vigiá-la, além de controlar o uso de telefone celular, o acesso telefônico e às redes sociais, condições que a impediam de manter contato com amigos ou familiares e dificultavam qualquer tentativa de pedido de ajuda.

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Agressões – Durante o período em que manteve a então convivente em cárcere privado, o homem também fez uso de violência física, dentre outras condutas. Com a prática dos atos, o acusado causou grave dano emocional à vítima, prejudicando sua saúde psicológica.

Preso em flagrante na última sexta-feira (7), ele teve a prisão convertida em preventiva, a pedido do Ministério Público do Paraná, que também requereu a aplicação de medidas protetivas de urgência em favor da mulher e da criança. Além da condenação às penas previstas na legislação, o Ministério Público requer, com o oferecimento da denúncia, a fixação da obrigação de pagamento de valor mínimo a título de reparação pelos danos morais causados à vítima.

Processo 0008078-67.2026.8.16.0028 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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