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Paraná

Em cinco dias, Operação Sinergia III já apreendeu quase 12 toneladas de drogas

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A Operação Sinergia III, deflagrada na segunda-feira (15), já resultou na apreensão de 11,9 toneladas de drogas com a integração das forças de segurança pública paranaenses em todo o Estado. A Operação integra a Missão Paraná II, projeto da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP) que acontece nesta semana em municípios do Norte e Norte Pioneiro.

“É mais uma edição que reforça a nossa estratégia de enfrentamento ao crime, com atuações táticas e integradas entre as forças de segurança. A presença ostensiva nas ruas e as abordagens direcionadas são parte do nosso compromisso de garantir a segurança e a tranquilidade da população”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.

A Operação Sinergia III ocorre nos 399 municípios do Estado com mais de 15 mil pessoas abordadas, 256 presas e conduzidas em flagrante a delegacias. Já foram fiscalizados 841 locais, apreendidos mais de 781 mil maços de cigarros e quase R$ 60 mil em espécie.

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Entre as quase 12 toneladas de drogas apreendidas, estão 9,8 toneladas de maconha; 5 quilos de cocaína; 10 quilos de haxixe; e 513 unidades de drogas sintéticas. Foram cumpridas 419 ordens judiciais e apreendidos 26 veículos, além de 422 armamentos, entre armas de fogo, armas brancas e munições.

INTEGRAÇÃO NA DIVISA – Nesta quinta-feira (19), com o lançamento da etapa de Jacarezinho da Operação Sinergia III, policiais militares do Centro-Sul do Estado de São Paulo integraram as ações com as forças policiais paranaenses. “As ações conjuntas demonstram toda a integração e organização entre as secretarias de Estado em prol da segurança pública mais eficiente e duradoura”, afirma o major Pilon, do 31º Batalhão de Polícia Militar de Ourinhos (SP).

“É um ato que fortalece a confiança e irmandade entre os Batalhões de Jacarezinho e Ourinhos. Os policiais militares de São Paulo sentem-se honrados em participar da construção desta nova cultura de integração entre as polícias”, afirma o major.

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MISSÃO PARANÁ II – A Operação Sinergia III integra a Missão Paraná II, iniciativa da Sesp-PR que visa aproximar as forças policiais da população do Norte do Estado. A missão abrange cerca de 66 municípios e atenderá diretamente uma população superior a 1,5 milhão de pessoas.

A participação dos policiais paulistas na Operação Sinergia ocorre por meio do 31º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) e do Batalhão de Operações Especiais (Baep). Ao todo, o efetivo de São Paulo soma 72 policiais militares, com o apoio de 24 viaturas e uma aeronave.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena

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O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.

Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima

O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.

Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.

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Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.

Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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