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Em 12 anos, Cascavel ganha mais de 61 mil moradores; veja bairros que mais cresceram e diminuíram

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Bairro Floresta é região que mais ganha moradores

Em 12 anos, Cascavel ganhou mais de 61 mil moradores. É o que mostram os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, 266,8 mil pessoas viviam na cidade. Atualmente são 329 mil habitantes.

A cidade cresceu ao norte, a oeste e em direção ao sul. Conforme o IBGE, o bairro que mais ganhou moradores foi o Floresta. Em 2010 eram 13.173 pessoas. Ao longo de 12 anos, cerca de 11 mil novos moradores chegaram ao bairro, que conta agora com uma população de 24,1 mil pessoas.

Aumento de imóveis alugados em Cascavel

Cidade de Cascavel  — Foto: Prefeitura de Cascavel/Divulgação

Cidade de Cascavel — Foto: Prefeitura de Cascavel/Divulgação

Os dados do IBGE também mostraram que, a cada 10 imóveis de Cascavel, três são alugados. Isso representa 29% do total de imóveis da cidade, demonstrando que são mais de 38 mil famílias no aluguel, cerca de 100 mil pessoas.

Em 2010, eram 26,3%. No período, 23 mil imóveis eram alugados. Em pouco mais de 10 anos, a cidade possui 15 mil moradias a mais que estão alugadas.

No Paraná e no Brasil também houve um aumento de imóveis alugados, mas a proporção de pessoas que vivem de aluguel em Cascavel é maior que a média estadual e nacional, conforme o instituto.

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Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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