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Educação reúne 800 educadores em encontro de formação continuada em Foz do Iguaçu

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Professores integrantes do Formadores em Ação, programa de formação continuada oferecido pela Secretaria estadual da Educação (Seed-PR), participam até esta quarta-feira (06) da capacitação em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado. O evento começou na segunda-feira (04).

O Encontro Formadores em Ação 2023: Congresso de Formadores da Educação Básica reúne quase 800 pessoas ao longo dos três dias de evento. Destas, 520 são professores formadores que apresentam – em forma de oficinas – 80 trabalhos desenvolvidos por meio de boas práticas pedagógicas ao longo do ano letivo, como forma de incentivo ao desenvolvimento e aplicação de novas metodologias de ensino aos participantes, entre eles tutores, técnicos e coordenadores pedagógicos

Iniciado em julho de 2020, o programa consiste em grupos de estudo liderados por professores da rede estadual (professores formadores) e destinados a docentes da mesma disciplina ou área do conhecimento (professores cursistas). Durante os encontros, são abordadas questões como uso de tecnologias, metodologias ativas e experiência em sala de aula.

“Nesta edição, o foco são os bons exemplos desempenhados pelos professores participantes do programa em termos de inovação, metodologias de ensino eficazes e comunicação assertiva em sala de aula. Com isso, tais práticas podem ser ampliadas, de modo a reforçar ainda mais a qualidade do ensino no estado”, disse o secretário da Educação, Roni Miranda.

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O encontro oferece duas oficinas focadas na participação ativa dos estudantes nas atividades em sala, cujos temas são “Como o Estudante Aprende”, e “Como engajar para melhor aprender”. Neste congresso foram disponibilizadas 100 vagas para cursistas e, ao todo, serão discutidos 58 temas, entre os quais estão disciplinas da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), novas disciplinas do novo ensino médio, além de grupos voltados para as plataformas educacionais.

“O Programa Formadores em Ação tem trazido resultados importantes para a educação do Paraná. Por meio da formação continuada, ministrada de professor para professor, o repertório pedagógico é enriquecido, promovendo a inovação educacional e garantindo um ensino de qualidade para os alunos ”, explica Anderfabio de Oliveira, diretor de Educação da Seed-PR.

RECONHECIMENTO – O Programa é reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco) como um exemplo de desenvolvimento de professores, durante a pandemia, em uma publicação editada por Fernando M. Reimers, da Universidade de Harvard, e Renato Opertti, do Bureau Internacional de Educação (BIE) da Unesco.

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Lançada em 2021, a obra (em inglês) intitulada “Aprendendo a reconstruir futuros melhores para a educação: Lições de inovação educacional durante a pandemia de Covid-19” inclui um capítulo dedicado às competências digitais dos professores, com exemplos de programas de desenvolvimento profissional no Brasil, incluindo o Formadores em Ação. Esse capítulo, intitulado “Competência digital como um facilitador para o desenvolvimento profissional de professores”, foi escrito por Lucia Dellagnelo, diretora-presidente do Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB).

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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