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“É o Amor” tomou conta do Verão Maior com Zezé Di Camargo&Luciano, mesmo debaixo de chuva

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Zezé Di Camargo & Luciano subiram no palco do Verão Maior Paraná em Matinhos neste sábado (8), debaixo de muita chuva, o que não afastou o público, que compareceu em peso para prestigiar uma das maiores duplas sertanejas do país. Os fãs cantaram junto, aplaudiram e vibraram com canções que marcaram época no Brasil.   

Com hits como ‘É o amor’, ‘Você vai ver’ e ‘Pra mudar a minha vida’, os goianos acumulam quase 7 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 1,6 milhões de seguidores no Instagram e mais de 4,7 bilhões de visualizações no Youtube. 

Neste ano, Zezé de Camago & Luciano completam 35 anos de carreira e, pela terceira vez consecutiva, subiram no palco principal do Verão Maior Paraná, em Caiobá. A chuva tentou parar o espetáculo, mas 54 mil pessoas enfrentaram o mau tempo e cantaram os maiores sucessos do sertanejo.

Zezé destacou que o Verão Maior é a grande festa do Brasil atualmente. “A gente fica feliz, é a 3ª edição que estamos presentes, não é a primeira vez que enfrentamos chuva forte por aqui, mas para nós não há problema. Independente do tempo, sempre reunimos muita gente por aqui”, afirma.

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Luciano destacou sua gratidão a Matinhos. “Mais uma vez estamos aqui, tudo é feito de uma maneira muito especial, independente do nosso momento. Isso representa muito pra gente, por parte da população e desse Estado”, ressalta.

AGUARDANDO NA PRAIA – A estudante Julia Albini Andrioli (15) esperou o show na areia desde meio-dia. “Saí de Paranaguá às 11h para assistir, eles fazem parte da minha infância, cresci ouvindo eles na casa da minha avó e sempre que eles vêm para o Verão Maior se apresentar, também venho acompanhar”, explicou.

Marcelaine dos Santos Nunes (38), curitibana, também chegou na hora do almoço para acompanhar seus ídolos. “Estou impressionada com a estrutura do show, tá tudo muito bom, a chuva nos refrescou porque estava muito sol durante o dia”, conta.

É o último fim de semana de shows do Verão Maior Paraná. Neste domingo, às 10h, o Padre Reginaldo Manzotti fará uma missa em Caiobá. Mais tarde, no mesmo local, a dupla sertaneja do Goiás, Israel & Rodolffo farão o último show do ano às 17h.

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Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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