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Duplicação em concreto de rodovia entre Pitanga e Turvo chega a 57,8% de execução

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A obra de duplicação em concreto de 45,5 quilômetros da PRC-466 entre Pitanga e Turvo, na região Central do Estado, chegou a 57,82% de execução, um investimento de R$ 318.096.350,15 até o momento. A empreitada é do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística, que atingiu este patamar na medição mais recente dos serviços, de setembro.

Está em andamento a implantação de uma nova pista em pavimento rígido de concreto, ao lado da pista existente, recebe uma nova camada também de pavimento de concreto, por meio da técnica whitetopping, em que o pavimento asfáltico é aproveitado como base para a pista nova.

Os trabalhos de pavimentação estão concentrados no trecho entre o entroncamento com a PR-456 (acesso para Santa Maria do Oeste) e o entroncamento com a PR-820 (acesso para Boa Ventura de São Roque). A concretagem está em andamento entre o km 193 e o km 199, e mais à frente, entre o km 207 e o km 208, estão em execução as camadas de base e sub-base da nova pista, bem como segmentos de terraplenagem da plataforma e implantação de sistema de drenagem profunda.

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Também está em construção o novo viaduto no entroncamento da PRC-466 com a Avenida Universitária Amália Mendes Ziegmann, no centro de Pitanga. A obra contempla ainda, no mesmo município, um segundo viaduto no entroncamento da PRC-466 com a PR-239 e a PR-460, além de uma passarela para pedestres, e um viaduto no entroncamento com a PR-456.

Estão em andamento, ainda, serviços de conservação do pavimento da pista antiga, um requisito para a realização do whitetopping, assim como a sinalização viária, que inclui pintura de linhas e símbolos na pista, instalação de placas e de tachões e defensas metálicas. A obra vai incluir calçadas para pedestres, abrigos para parada de ônibus, iluminação nos viadutos e retornos, entre outras.

Fonte: Governo PR

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Monitoramento no Porto de Paranaguá registra quase 25 mil aves e reforça conservação no Litoral

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O equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental segue como prioridade nas ações da Portos do Paraná. Prova disso são os resultados atualizados do Programa de Monitoramento da Avifauna nos primeiros nove meses de 2026, que contabilizou a presença de 24.941 indivíduos pertencentes a 149 espécies de aves na região portuária. O levantamento funciona como um indicador da saúde ecológica do Litoral paranaense diante das atividades portuárias.

Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná, destaca que a eficiência logística do Estado caminha lado a lado com a responsabilidade socioambiental. “Nossos programas voltados à preservação do meio ambiente são reconhecidos internacionalmente. Somos o único porto do mundo convidado pela ONU a participar, desde 2019, das edições da COP. E no próximo mês estaremos presentes novamente na COP31, na Turquia.”

O monitoramento ocorre de forma ininterrupta desde 2016. Os biólogos realizam censos mensais que combinam caminhadas terrestres e um transecto embarcado, percurso de barco que se estende desde Pontal do Sul, na Ilha do Mel, até o município de Antonina.

De acordo com o biólogo Elliezer Correia, responsável pela execução do programa, o grupo das aves é estratégico para a conservação por funcionar como um indicador biológico imediato. “A comunidade de avifauna é bem diversa e serve como o que podemos chamar de sentinelas ambientais. As aves respondem muito mais rápido às alterações do ambiente do que outros grupos. Se houver qualquer acidente ou derramamento de óleo no entorno do porto que ninguém tenha visto, as aves que se alimentam nos baixios serão as primeiras a sofrer. Quando a contagem mensal aponta uma diminuição abrupta na riqueza ou abundância de uma espécie, acende-se um alerta de que algo está errado no ecossistema”, explica Elliezer.

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DIVERSIDADES E ABUNDÂNCIA DE ESPÉCIES – Os dados coletados entre janeiro e setembro de 2026 reforçam a alta diversidade biológica da área monitorada. A ordem dos Passeriformes, que engloba aves continentais e de mangue, manteve a liderança em diversidade, com 66 espécies registradas. Em seguida, destacam-se os Charadriiformes, representados por 19 espécies de aves de praias e lodaçais, e os Pelecaniformes, grupo que inclui garças e espécies afins, que somaram 12 espécies no período.

Em relação à abundância no semestre, a espécie mais numerosa foi o biguá (Nannopterum brasilianum), com 8.495 indivíduos observados. A segunda colocação ficou com o urubu-preto (Coragyps atratus), com 1.955 indivíduos, seguido pelo trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), que contabilizou 1.733 indivíduos.

“O biguá é historicamente a espécie mais abundante no nosso monitoramento, somando mais de 60 mil registros desde 2016. Como eles formam grandes bandos e são fáceis de identificar, é comum registrarmos mais de mil indivíduos em uma única campanha embarcada”, detalha o biólogo.

HISTÓRICO E DESTAQUE CONSERVACIONISTA – Além de acompanhar as espécies mais frequentes, o programa monitora aves raras ou de passagem, influenciadas pelos ciclos migratórios. Um dos principais destaques do levantamento contínuo iniciado em 2016 é o guará, ave de grande importância para a conservação que estava praticamente ausente no início das pesquisas e passou a apresentar aumento gradual de abundância nos últimos anos.

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“O guará passou muito tempo sumido da região. No início do programa, em 2016, quase não tínhamos registros dele. Nos últimos anos, percebemos um aumento gradual na sua abundância. Sua volta está ligada a fatores como a preservação dos manguezais para nidificação e a conscientização contra a caça”, conclui Elliezer Correia.

Os dados acumulados ao longo desta década de censos mensais servem de base técnica para que o Porto de Paranaguá continue desenvolvendo planos de recuperação ambiental e medidas mitigadoras, contribuindo para que a infraestrutura portuária paranaense cresça em harmonia com a natureza.

Fonte: Governo PR

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