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Do Brasil para o mundo: VERDETEC vence prêmio mundial e se torna referência global em sustentabilidade

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A VERDETEC, empresa brasileira com sede em Brusque, Santa Catarina, refe-rência em soluções ambientais e hidrossemeadura, acaba de conquistar um dos mais importantes reconhecimentos internacionais em sustentabilidade: o Green World Awards 2026, premiação global realizada pela The Green Organization, no Reino Unido.

A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, no histórico Cardiff Castle, no País de Gales, reunindo empresas, governos e iniciativas de destaque mundial na área ambiental. O prêmio reconhece práticas exemplares em sustenta-bilidade, com vencedores selecionados entre centenas de projetos globais — e apenas os melhores de cada categoria recebem o título de destaque internacional.

Esse reconhecimento internacional ganha ainda mais relevância pelo histórico da própria premiação. Ao longo de mais de 30 anos, o Green World Awards já reco-nheceu iniciativas de impacto global lideradas por empresas e organizações como Toyota, HSBC, BP, Siemens e Coca-Cola — nomes que ajudaram a consolidar o prêmio como uma referência mundial em sustentabilidade e boas práticas ambien-tais.

Estar entre esses reconhecidos reforça algo que a VERDETEC sempre acreditou: é possível recuperar o meio ambiente em escala, gerando oportunidades, renda e impacto positivo. Esse é o princípio que sustenta o modelo da empresa e que vem posicionando a marca, diretamente de Brusque (SC) para o mundo, como uma das referências em revegetação e soluções ambientais aplicadas.

Inovação brasileira com impacto global

A VERDETEC foi premiada por sua atuação inovadora no setor de hidrossemeadura e revegetação, com destaque para a tecnologia de Grama Líquida e um modelo de negócios que alia sustentabilidade e geração de renda.

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Atualmente, a empresa conta com uma rede de mais de 900 aplicadores ativos, que operam o modelo VERDETEC em diferentes regiões, promovendo a recupera-ção de áreas degradadas em larga escala. Juntos, esses empreendedores são res-ponsáveis pela restauração de mais de 2 milhões de metros quadrados por mês.

Mais do que números, o reconhecimento internacional evidencia um impacto con-creto:

  • •Recuperação ambiental em larga escala
  • •Redução de áreas degradadas
  • •Geração de renda e novos negócios sustentáveis
Sustentabilidade que gera oportunidade

O diferencial da VERDETEC está em transformar a preservação ambiental em opor-tunidade econômica. Por meio da hidrossemeadura, a empresa possibilita que pro-fissionais e empreendedores atuem diretamente na recuperação de áreas impac-tadas, atendendo demandas de setores como mineração, construção civil e infra-estrutura.

Esse modelo tem impulsionado o surgimento de uma nova geração de empreen-dedores verdes, que unem lucro e propósito em um mercado com demanda cres-cente no Brasil e no mundo.

Reconhecimento que fortalece a expansão global

Receber o Green World Awards reforça o posicionamento da VERDETEC como uma das principais referências em soluções sustentáveis aplicadas à revegetação.

Segundo a organização do prêmio, os vencedores representam iniciativas que con-tribuem de forma significativa para um futuro mais sustentável, sendo avaliados por critérios rigorosos de impacto ambiental, inovação e escalabilidade.

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Para a VERDETEC, o reconhecimento marca um novo momento de expansão inter-nacional.

“Este prêmio representa não apenas a VERDETEC, mas todos que fazem parte dessa jornada — aplicadores, parceiros, clientes e colaboradores que acreditam que é possível transformar o meio ambiente e gerar oportunidades ao mesmo tempo. E quando pensamos verde, pensamos VERDETEC.”

Sobre o Green World Awards

O Green World Awards é uma das mais prestigiadas premiações globais voltadas à sustentabilidade, organizada pela The Green Organization, entidade internacional sediada no Reino Unido com décadas de atuação na promoção de boas práticas ambientais.

O prêmio reconhece iniciativas de destaque em setores como indústria, comércio, governo e projetos comunitários, avaliando critérios como impacto ambiental, inovação, replicabilidade e resultados mensuráveis.

Todos os anos, organizações de diversos países participam do processo seletivo, que envolve centenas de inscrições. Os projetos vencedores são selecionados por um júri especializado e independente, composto por especialistas em sustentabi-lidade e meio ambiente.

Além do reconhecimento internacional, os vencedores passam a integrar uma rede global de referências em práticas sustentáveis e são convidados a compartilhar seus cases em plataformas e eventos internacionais, ampliando sua visibilidade e influência no cenário ambiental.

A premiação também está conectada a iniciativas globais como o Green World Ambassadors, incentivando organizações premiadas a disseminarem soluções sustentáveis em outros países, fortalecendo o impacto positivo em escala mundial.

Fonte: Assessoria de Imprensa VERDETEC

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil pode unificar rastreabilidade para blindar soja e carne à China e à União Europeia

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A integração dos sistemas utilizados para comprovar a origem da soja e da carne bovina pode reduzir custos, evitar auditorias repetidas e fortalecer o acesso dos produtos brasileiros aos mercados da China e da União Europeia. A proposta consta de um estudo divulgado pelo WRI Brasil, que identificou 21 iniciativas públicas e privadas de rastreabilidade e controle ambiental em funcionamento no País, mas com critérios, bancos de dados e formas de verificação diferentes.

O WRI Brasil não é um órgão público nem representa produtores ou empresas do agronegócio. Trata-se de uma associação privada sem fins lucrativos e de pesquisa ambiental, integrante do World Resources Institute, organização internacional fundada nos Estados Unidos em 1982. A instituição atua em mais de 50 países e desenvolve estudos sobre clima, florestas, cidades, alimentos e uso da terra, em parceria com governos, empresas, universidades e organizações da sociedade civil.

Por isso, o protocolo sugerido pelo instituto não tem força de lei, não substitui a fiscalização brasileira e tampouco cria uma certificação obrigatória. A proposta funciona como uma recomendação técnica para aproximar ferramentas que já existem, mas ainda não conversam adequadamente entre si.

O problema identificado está na fragmentação. Uma plataforma verifica a situação ambiental da propriedade; outra acompanha a movimentação dos animais; uma terceira atende a determinado comprador ou certificação. Também existem diferenças nas datas utilizadas para delimitar o desmatamento, no tratamento dos fornecedores indiretos e nos critérios de bloqueio de propriedades.

Na prática, uma mesma fazenda pode estar regular perante a legislação brasileira e, ainda assim, não atender ao protocolo privado de uma empresa ou à exigência ambiental de determinado mercado. Para o produtor, isso significa fornecer informações semelhantes várias vezes, contratar auditorias diferentes e enfrentar dúvidas sobre qual padrão será aceito no momento da venda.

A proposta ganha relevância pelo tamanho das duas cadeias. O Brasil colheu 180,6 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26 e poderá exportar 116,3 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Na pecuária, o País possui o maior rebanho comercial do mundo, produz mais de 11 milhões de toneladas de carne bovina por ano e ocupa a liderança global nas exportações.

A China está no centro dessa discussão. O país asiático comprou R$ 282 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro em 2025, considerando o câmbio de R$ 5,10, e respondeu por quase um terço de toda a receita externa do setor. O mercado chinês recebe a maior parte da soja exportada pelo Brasil e aproximadamente metade da carne bovina embarcada pelo País.

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Embora a China ainda não tenha uma legislação equivalente ao regulamento europeu contra o desmatamento, compradores, instituições financeiras e grandes empresas chinesas vêm ampliando as exigências de origem e conformidade ambiental. O estudo sustenta que Brasil e China poderiam construir um referencial comum antes que diferentes compradores estabeleçam critérios próprios e aumentem a burocracia.

Na União Europeia, a pressão já está formalizada. O Regulamento Europeu sobre Produtos Livres de Desmatamento, conhecido pela sigla EUDR, determina que soja, gado, café, cacau, madeira, borracha e óleo de palma, além de produtos derivados, somente poderão entrar no bloco quando houver comprovação de que não foram produzidos em áreas desmatadas depois de 31 de dezembro de 2020.

A regra começará a valer em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médias empresas. A maioria das micro e pequenas terá até 30 de junho de 2027. O importador europeu será o responsável legal pela declaração, mas dependerá de informações fornecidas pela cadeia brasileira, como a localização geográfica da propriedade e a documentação necessária para demonstrar a origem do produto.

Esse é um dos pontos de maior atrito com o setor produtivo. O EUDR não considera apenas se o desmatamento foi legal ou ilegal segundo o Código Florestal brasileiro. Mesmo uma supressão de vegetação autorizada pelas autoridades nacionais, se realizada após a data de corte europeia, pode tornar o produto inelegível para aquele mercado.

No caso da soja, a rastreabilidade precisa chegar à propriedade onde o grão foi cultivado. A dificuldade aparece quando cargas de diferentes fazendas são reunidas em armazéns, cooperativas, cerealistas e tradings. A proposta é integrar documentos fiscais, cadastros ambientais, localização das áreas produtoras e registros comerciais, preservando a identificação da origem mesmo depois da mistura física do produto.

Na pecuária, o desafio é maior. Um bovino pode nascer em uma propriedade, passar pela recria em outra e ser terminado em uma terceira antes de chegar ao frigorífico. Atualmente, a indústria consegue fiscalizar com maior facilidade o fornecedor direto, responsável por entregar o animal para abate, mas nem sempre possui visibilidade completa das fazendas anteriores.

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A Guia de Trânsito Animal registra a movimentação dos lotes, enquanto o Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos permite acompanhar animais individualmente em cadeias que exigem esse controle. A adesão ao sistema individual, entretanto, ainda não alcança todo o rebanho nacional.

O governo iniciou a implantação do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, com execução prevista até 2032. A recomendação do estudo é que frigoríficos e compradores avancem desde já no controle dos fornecedores indiretos, sem esperar a identificação obrigatória de todos os animais.

A carne brasileira ainda enfrenta outro impasse com a União Europeia, que não deve ser confundido com o EUDR. Além da origem ambiental, o bloco exige garantias sobre o controle de determinados antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais. A Comissão Europeia anunciou a retirada do Brasil da lista de países autorizados a fornecer carnes e outros produtos de origem animal a partir de 3 de setembro de 2026, caso não considere suficientes as garantias apresentadas.

O governo brasileiro sustenta que possui um sistema oficial confiável e que somente certificará produtos que cumprirem integralmente as exigências europeias. O ponto de divergência é a cobrança de uma comprovação prévia para medidas implementadas progressivamente ao longo do ciclo produtivo. Na avicultura, esse ciclo pode ser concluído em cerca de 40 dias; na bovinocultura, a formação de animais plenamente elegíveis pode levar dois anos ou mais.

Assim, a carne brasileira enfrenta duas frentes distintas na Europa: a ambiental, relacionada ao desmatamento e à rastreabilidade da propriedade de origem; e a sanitária, ligada ao uso de antimicrobianos durante a vida do animal. A unificação dos sistemas proposta pelo WRI ajudaria principalmente na primeira frente. Para o produtor, o resultado dependerá de como essa integração será implementada, de quem pagará pela adaptação e de sua capacidade de reduzir burocracia, em vez de acrescentar uma nova camada de exigências ao campo.

Fonte: Pensar Agro

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