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Dia D de vacinação contra gripe na Região Norte acontece neste sábado

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O Ministério da Saúde realiza, neste sábado (29), o Dia D da Campanha de Vacinação contra Influenza na Região Norte do país. Em Santarém (PA), o ministro Alexandre Padilha participa da mobilização na UBS Santarenzinho. A ação tem como foco reforçar a proteção antes do período de maior circulação do vírus, que coincide com o “inverno amazônico”, época mais chuvosa do ano e marcada pelo aumento das síndromes respiratórias. Para viabilizar a ação, a pasta investiu R$ 54,5 milhões e enviou 3,2 milhões de doses para os sete estados da região.

Neste Dia D, todas as salas de vacinação estarão abertas, com aplicação gratuita da vacina, medida mais eficaz para evitar a gripe e suas complicações. A meta é alcançar ao menos 90% de cobertura entre os públicos prioritários: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos, puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores de áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e transporte.

“Nós estamos fazendo essa vacinação na Região Norte para proteger a população, pensando que o aumento da ocorrência da doença acontece agora no final do ano e início de 2026. Então, é uma forma de abordarmos de forma antecipada, considerando que as estações do ano na região funcionam um pouco diferente do resto do país. É uma abordagem diferenciada, garantindo acesso à vacinação e à proteção de toda a população”, destacou o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

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Diferentemente das demais regiões do país, onde as campanhas ocorrem geralmente entre março e maio, a Região Norte apresenta padrões climáticos e epidemiológicos distintos. As temperaturas elevadas e a alta umidade favorecem a transmissão do vírus influenza em meses diferentes, exigindo um calendário próprio de vacinação. O imunizante utilizado tem composição específica recomendada para o Hemisfério Norte (2025–2026), garantindo maior eficácia de acordo com os vírus em circulação.

Quem pode receber a vacina

A vacinação é destinada a grupos vulneráveis, com maior risco de complicações pela influenza. A estratégia inclui crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos, puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores de áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e transporte.

Quem faz parte desses públicos e ainda não se vacinou tem a oportunidade de se proteger e, ao mesmo tempo, atualizar a caderneta vacinal nos postos de saúde. Para facilitar o acesso à informação, pais e responsáveis podem acompanhar a situação vacinal de crianças e adolescentes pelo aplicativo Meu SUS Digital, que disponibiliza alertas sobre próximas doses, lembretes e atualizações em tempo real. O sistema também permite verificar quais vacinas já foram aplicadas e quais ainda estão pendentes.

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Mesmo após o Dia D, as Unidades Básicas de Saúde da região seguem com oferta da vacina para toda a população. A campanha, iniciada em 3 de novembro, permanece ativa até 26 de fevereiro de 2026, com mais de 6,5 milhões de doses distribuídas, incluindo o quantitativo reservado para a mobilização deste sábado. A expectativa até o fim do período é vacinar 6,5 milhões de pessoas.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza a vacina trivalente, que protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no hemisfério sul no último ano. Abaixo, a distribuição de doses destinadas a cada estado para a realização do Dia D:

  • Acre: 151.500
  • Amapá: 136.820
  • Amazonas: 926.000
  • Pará: 1.384.000
  • Rondônia: 264.000
  • Roraima: 95.000
  • Tocantins: 256.000

Vanessa Aquino
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde divulga cursos nacionais sobre tuberculose e hanseníase

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O Ministério da Saúde reforçou, na última quinta-feira (27), a estratégia nacional de cuidados para as pessoas com hanseníase e a tuberculose, doenças que ainda afetam as populações mais vulneráveis. A ampliação foi realizada com a oferta de cursos para qualificar farmacêuticos da Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o Sistema Único de Saúde (SUS). A apresentação da iniciativa foi realizada para gestores municipais públicos de todo o Brasil durante evento online.

Na ocasião, foram debatidos apresentadas a efetiva inserção do profissional farmacêutico na equipe do sistema de saúde para fazer a diferença, uma mobilização social para alcançar mais resultados em saúde junto à população.

“O que se trata aqui efetivamente é da inserção de um profissional farmacêutico na equipe no sistema de saúde para fazer a diferença. Mais do que os cursos, é um movimento, uma mobilização social para alcançar mais resultados junto à população”, salientou o coordenador-Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Luiz Henrique Costa.

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Cada curso possui carga horária de 30 horas e é ofertado na SUS e estudantes de graduação em Farmácia. A qualificação é ofertada pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), de forma gratuita, mediante matrícula na plataforma.

Em sua fala, a coordenadora da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Ana Emília Ahouagi, pontuou que esses documentos vão servir de inspiração para os profissionais. “É muito gratificante ver que a nossa prática local conseguiu ser transformada em uma referência que pode apoiar outras redes de saúde de todo o país, beneficiando diretamente os pacientes”, argumentou Ahouagi.

Já a coordenadora do projeto nacional Cuidado Farmacêutico na Tuberculose da Universidade Federal de Minas Gerais, Mariana Gonzaga, comentou que os cursos são instrumentos para formalizar a atuação farmacêutica de norte a sul do país.

“Farmacêuticos e farmacêuticas estão muito próximos dessa população, potencializando a identificação precoce e contribuindo para a chance de cura”, resumiu.

A estratégia é realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e contou com articulação com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (Conasems).

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A qualificação integra as ações voltadas à implementação das Diretrizes Nacionais do Cuidado Farmacêutico, que estabelecem as bases para a organização e consolidação dos serviços relacionados ao cuidado farmacêutico em todos os níveis de atenção à saúde, no âmbito do SUS.

A iniciativa está ainda alinhada às ações do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar, que tem como propósito eliminar doenças socialmente determinadas como problemas de saúde pública no país, entre elas a tuberculose e a hanseníase.

Inscrições para o Curso Cuidado Farmacêutico na Tuberculose

 Inscrições para o Curso Cuidado Farmacêutico na Hanseníase

Priscila Leite
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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