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Darci Piana participa de cerimônia que moderniza tramitação de processos no TJPR

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O vice-governador Darci Piana participou na noite desta sexta-feira (17), em Curitiba, da cerimônia de adesão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) ao sistema eletrônico de processo judicial EPROC. A mudança vai garantir mais celeridade aos processos judiciais no Estado, economia de recursos e maior integração com a Justiça Federal e de 21 outras unidades da federação que já utilizam o EPROC.

Desenvolvido pelo TRF-4, o EPROC permite a tramitação integralmente eletrônica, dispensando documentos físicos e possibilitando que advogados, magistrados e servidores atuem de qualquer local com acesso à internet. Entre seus diferenciais estão a automação de rotinas, a autonomia de atuação remota e o alinhamento às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O novo modelo substituirá gradualmente o Projudi, sistema atualmente utilizado no Estado, como parte do esforço de modernização do Judiciário paranaense. A implantação ocorrerá de forma gradativa, com cronograma escalonado de migração de processos e módulos, além da capacitação de magistrados, servidores e profissionais da área jurídica.

O vice-governador Darci Piana ressaltou a relevância da medida para aproximar a justiça da população. “O Paraná já tem um dos melhores tribunais de justiça do Brasil e não poderia ficar de fora dessa modernização. A adesão ao EPROC vai trazer eficiência, economia e respostas mais rápidas ao nosso povo. Estou muito feliz pela coragem da desembargadora Lídia Maejima em conduzir esse processo”, afirmou.

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Atualmente, mais de 80% dos processos judiciais brasileiros já tramitam pelo EPROC, o que demonstra a consolidação do sistema em nível nacional. No Paraná, a adesão também garante a integração completa com outros 21 tribunais e a Justiça Federal, além da divisão de custos para manutenção e aprimoramento tecnológico da plataforma.

Para a presidente do TJPR, desembargadora Lídia Maejima, a mudança representa um marco histórico para a instituição. “Após anos de dedicação ao Projudi, damos agora um passo decisivo rumo ao futuro com a adesão ao EPROC. A transição é imperativa para nos colocar em sintonia com os demais tribunais de grande porte do país e permitirá que o potencial humano do judiciário paranaense seja cada vez mais direcionado às atividades-fim, com serenidade, segurança, modernidade e eficiência”, disse.

O defensor público-geral do Paraná, Matheus Cavalcanti Munhoz, seguiu na mesma linha, destacando os avanços que a nova plataforma deve trazer para a justiça paranaense. “O EPROC é fruto de um modelo de desenvolvimento colaborativo já adotado por 22 defensorias públicas em todo o País, com governança transparente e madura. Essa decisão do TJPR reforça a integração nacional e assegura que o sistema de justiça paranaense avance em consonância com os demais tribunais de grande porte do Brasil”, declarou.

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PRESENÇAS – Também participaram da cerimônia o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Edson Fachin; o presidente do TRF-4, João Batista Pinto Iberê; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Paraná, Luiz Fernando Casagrande Pereira; o presidente do TJ de Santa Catarina, Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto; o procurador-geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti; e o primeiro vice-presidente do TJ do Rio Grande do Sul, Ícaro Carvalho Osório.

Fonte: Governo PR

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Gaeco deflagra a Operação Pavio Aceso e cumpre 4 mandados para apurar desvio de explosivos comerciais e possível abastecimento de organizações criminosas

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O Núcleo Regional de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta quinta-feira, 18 de junho, a Operação Pavio Aceso. A ação busca desarticular um grupo investigado pelo desvio, armazenamento irregular e comercialização clandestina de explosivos de alta potência oriundos de uma pedreira localizada em Campo Mourão, no Centro-Oeste do estado, além de apurar possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Mourão, Janiópolis e Cianorte, em endereços ligados aos investigados. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Campo Mourão e incluem também o afastamento dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participação nos fatos investigados.

Investigação – As apurações tiveram início em maio de 2024, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre o possível desvio de aproximadamente 300 quilogramas de emulsão explosiva e aproximadamente 1,5 mil metros de cordéis detonantes armazenados em paióis de uma empresa que operava com Certificado de Registro (CR) junto ao Exército Brasileiro já vencido e mantinha os materiais em condições irregulares.

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Segundo as investigações, os explosivos desviados teriam como destino o mercado clandestino, com indícios de fornecimento para facções criminosas. A gravidade dos fatos é evidenciada por apreensões realizadas por forças de segurança ao longo do monitoramento do grupo e pelos elementos que apontam que parte do material ainda permanece em circulação.

O potencial destrutivo dos explosivos desviados e a possibilidade de sua utilização por organizações criminosas representam risco significativo à segurança pública, circunstância que motivou a adoção das medidas cautelares cumpridas nesta fase da investigação.

Nome da operação – A denominação “Pavio Aceso” faz referência ao perigo iminente decorrente da circulação clandestina de explosivos de uso controlado e à necessidade de interromper o fornecimento desses materiais antes que sejam empregados em ações criminosas de grande impacto.

Atendimento à imprensa – A partir das 10h30, a imprensa poderá obter mais informações sobre a operação no Núcleo Regional de Maringá do Gaeco (Avenida XV de Novembro, 455-A) e também pelo telefone: (44) 3226-6708.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

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Fonte: Ministério Público PR

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