Política Nacional
CTFC aprova mais transparência a critérios do cadastro positivo
A Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) aprovou nesta quarta-feira (8) projeto para dar mais transparência ao cadastro positivo de consumidores. O PL 4.849/2019 prevê como direito do consumidor conhecer os critérios que podem aumentar ou diminuir a nota de crédito. O texto segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.
O projeto de lei (PL) 4.849/2019, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), recebeu relatório favorável do senador Laércio Oliveira (PP-SE). O texto foi lido na reunião desta quarta-feira pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE). Para o relator, a medida é positiva por permitir maior controle social sobre o cadastro positivo.
O cadastro positivo foi criado pela Lei 12.414, de 2011. Ele funciona como um banco de dados sobre o histórico de crédito dos consumidores. Eles recebem uma nota que leva em conta, por exemplo, a pontualidade no pagamento de contas.
O texto original dava ao consumidor o direito de conhecer a metodologia, os critérios e o modelo matemático usado para determinar a pontuação. Mas a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) retirou esse dispositivo. Segundo o colegiado, a medida fere o direito ao segredo empresarial.
De acordo como o PL 4.849/2019, informações negativas ocorridas há mais de cinco anos devem ser apagadas do cadastro dos consumidores. Quem descumprir a determinação fica sujeito a detenção de três meses a um ano, mais.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Política Nacional
Projeto direciona 15% dos recursos das emendas da saúde para combater câncer
A prevenção e o tratamento do câncer podem ter mais recursos garantidos por lei. É o que determina o PLP 142/2026, em análise no Senado. O projeto, da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), direciona 15% dos recursos das emendas parlamentares destinadas à saúde para ações contra o câncer.
Atualmente, a Lei Complementar 210, de 2024, que trata das emendas parlamentares na lei orçamentária anual, determina que no mínimo 50% dos recursos das emendas de comissão devem ser destinados para ações e serviços públicos de saúde. A intenção da senadora é que uma parte desses recursos obrigatórios da saúde seja usada para prevenção e tratamento do câncer.
“A vinculação de parte das emendas parlamentares da saúde a essas iniciativas garante previsibilidade de financiamento e reforça o compromisso institucional com políticas públicas baseadas em evidências. Trata-se de uma forma concreta de alinhar a alocação de recursos às reais necessidades da população”, justificou a senadora ao apresentar o projeto.
Para ela, a medida é urgente e estratégica, já que o câncer representa um dos maiores desafios sanitários do país e tende a se tornar a principal causa de morte nas próximas décadas.
“Além disso”, acrescentou, “ao investir em prevenção e controle do câncer, o Estado não apenas preserva vidas, mas também reduz custos futuros, melhora a qualidade de vida da população e aumenta a eficiência do gasto público.”
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
-
Esportes4 dias agoSantos vence o São Paulo no Morumbis e emenda quinta vitória seguida
-
Paraná5 dias agoMPPR celebra termo de ajustamento de conduta para organizar acolhimento de crianças e adolescentes em Joaquim Távora, Guapirama e Quatiguá
-
Agro6 dias agoChuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra
-
Agro3 dias agoChuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul
-
Política Nacional7 dias agoConfira o que pode e o que não pode até o dia da votação
-
Política Nacional2 dias agoPiauí elege Marcelo Castro e Júlio César para o Senado
-
Paraná7 dias agoEm resposta a ação civil ajuizada pelo Ministério Público do Paraná, Judiciário condena empresários que atuaram em esquema de fraude a licitações em Icaraíma
-
Agro7 dias agoProdutor pode perder área arrendada antes do fim do contrato, decide STJ
