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Copel seleciona instituições para oferta de cursos voltados a mulheres em vulnerabilidade

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Uma nova oportunidade para a promoção de cursos de qualificação profissional está disponível, priorizando o atendimento ao público feminino em situação de vulnerabilidade. A Copel selecionará, por meio de chamada pública, instituições sociais e organizações da sociedade civil (OSC) sem fins lucrativos, que receberão cursos de qualificação profissional para mulheres assistidas por elas.

A chamada pública SGD 001/2024 prevê o investimento de R$ 100 mil na execução dos cursos, que devem iniciar a partir do segundo semestre de 2024.

A iniciativa tem como objetivo impulsionar o atendimento ao público feminino com vistas à promoção da equidade de gênero, por meio de uma qualificação mais sólida e diversificada para o mercado de trabalho. As instituições interessadas na chamada pública devem estar sediadas em cidades atendidas pela Copel Distribuição.

AGENDA 2030 – Um dos critérios de avaliação e seleção das instituições é o compromisso em adotar e fortalecer políticas consistentes e atender a legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres.

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As instituições também devem possuir iniciativas que contribuam para o cumprimento das metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e estar regularmente constituídas e legalizadas antes da data de publicação desta chamada pública.

A equiparação de oportunidades para homens e mulheres, bem como o fim da discriminação e da violência contra a mulher, é um dos objetivos globais elencados pela ONU para esta década.

INSCRIÇÕES – Toda a documentação referente à inscrição deverá ser submetida eletronicamente. O edital da chamada pública, contendo os requisitos de participação e demais orientações, está disponível para consulta AQUI.

As inscrições estarão abertas de 01 de março a 01 de abril, e a plataforma permanecerá disponível para receber pedidos de esclarecimentos até o encerramento do prazo. O resultado das instituições selecionadas será divulgado em 30 de abril.  

Fonte: Governo PR

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Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.

“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.

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A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.

ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.

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SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.

Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.

TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.

O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.

Fonte: Governo PR

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