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Copel leva Rede Elétrica Inteligente a Prudentópolis e São Mateus do Sul

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A modernização do sistema elétrico no Paraná avança para novas regiões, com a expansão do programa que está trocando os relógios de luz convencionais por medidores inteligentes. Esta atualização tecnológica é realizada pelo Programa Rede Elétrica Inteligente, que está presente em 77 municípios, e agora chega a mais duas cidades: Prudentópolis, na região Centro-Sul, e São Mateus do Sul, no Sul do Estado.

Os novos equipamentos efetuam leitura automática, sinalizam a falta de luz diretamente para o centro de operações da Copel e permitem comandos remotos que tornarão mais rápida e eficiente toda a gestão dos serviços de energia elétrica no Estado.

Isto acontece porque, além dos medidores inteligentes instalados em cada unidade consumidora – sejam casas, comércios, indústrias ou estabelecimentos rurais -, a Copel está investindo em equipamentos de comunicação e automação implantados na rede da distribuidora. Eles são responsáveis pelo envio de informações às centrais de comando da Companhia, o que possibilita, por exemplo, encontrar o ponto de origem de um desligamento na rede de forma mais ágil.

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O programa já instalou mais de 500 mil medidores, nas regiões Sudoeste e Centro-Sul do Paraná. Atualmente, as trocas dos relógios estão em reta final nos municípios de Araucária e Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), que já têm mais de 90% dos equipamentos substituídos. Em Fazenda Rio Grande, também na RMC, são 70% de medidores já trocados. Mais recentemente, os trabalhos iniciaram no município de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e agora se estende a Prudentópolis e São Mateus do Sul.

A substituição é feita pela empresa contratada Eleng, que tem aberto oportunidades de trabalho e oferecido treinamento nas localidades contempladas pelo programa da Copel. O orçamento previsto para o programa em suas três primeiras fases, que cobrem toda a faixa ao Sul do Estado, é da ordem de R$ 820 milhões.

A troca dos medidores dura em média 30 minutos, com a unidade consumidora desligada. O serviço é gratuito, e feito exclusivamente na entrada de serviço, como é chamada a estrutura onde fica instalado o medidor de energia. Os funcionários da Eleng estão identificados com crachá e levam uma carta de apresentação emitida pela Copel.

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SERVIÇOS DIGITAIS – Após a instalação do medidor inteligente e sua conexão ao sistema, os clientes podem acompanhar seu consumo em tempo real por meio do aplicativo da Copel para celulares Android e iOS. Ele também serve para solicitar serviços, acompanhar débitos e recuperar as informações para pagamento de contas atrasadas, entre outras funções.

Como o medidor inteligente dispensa a visita mensal de uma pessoa para fazer a leitura do consumo do domicílio, no momento da troca do relógio a Copel também recomenda o cadastro para recebimento das contas de luz por e-mail. Além de evitar a impressão de papel, a fatura digital evita extravios, e serve como comprovante de residência assim como a conta impressa.

Fonte: Governo PR

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Escolas estaduais do Paraná receberam R$ 1,69 bilhão de Fundo Rotativo desde 2019 

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O Governo do Paraná, por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), destinou mais de R$ 1,69 bilhão ao programa Fundo Rotativo desde 2019. Os recursos foram repassados às mais de 2,1 mil escolas da rede estadual para apoio à gestão e à manutenção das unidades.

De 2019 a 2025, o investimento anual no programa registrou crescimento acumulado de 197,6%, passando de R$ 116 milhões para R$ 345,1 milhões. O aumento representa acréscimo de R$ 229,1 milhões no período.

O Fundo Rotativo é composto por cotas de consumo, serviços, bens permanentes e programas institucionais, entre outros. Os recursos são aplicados na manutenção das unidades escolares, em pequenos reparos e na conservação das estruturas físicas, como troca de vidros e telhas, além da aquisição de materiais de uso cotidiano, como itens de limpeza, materiais didáticos, esportivos e de escritório, bem como bens permanentes, como mesas, cadeiras e cortinas. Também inclui programas como Mais Merenda e Mãos Amigas.

O secretário estadual da Educação, Roni Miranda, afirma que o programa amplia a capacidade de atendimento das demandas das escolas e fortalece a autonomia da gestão. “Somente nestes primeiros meses de 2026, duas cotas do Fundo Rotativo já foram entregues, somando R$ 132 milhões. O aporte possibilita que gestores planejem melhorias em suas unidades. Além das ações da Secretaria voltadas à manutenção, reforma e requalificação das escolas, o programa amplia a autonomia dos diretores para atuar conforme as necessidades de cada realidade”, diz.

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A descentralização administrativa permite execução mais ágil de demandas emergenciais e reduz o tempo de resposta às necessidades das escolas. A diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona, explica que os valores variam conforme o porte da escola e o número de estudantes matriculados. “Cada unidade define a aplicação dos recursos conforme diretrizes estabelecidas. A execução atende prioridades locais e ocorre com acompanhamento e aprovação da comunidade escolar”.

Ela acrescenta que o impacto dos investimentos vai além da questão estrutural das escolas, refletindo em melhores condições de ensino e aprendizagem em sala de aula. “O mecanismo financeiro contribui para melhores condições de ensino, beneficiando estudantes e professores e ampliando o conforto no ambiente escolar”, afirma.

ALIMENTAÇÃO – O Paraná destinou mais de R$ 2,23 bilhões à alimentação escolar entre 2019 e 2026, considerando ações de Agricultura Familiar, Merenda Centralizada e Merenda Descentralizada. Nesse contexto, o Fundo Rotativo atua como instrumento de complementação da alimentação nas escolas da rede estadual. Desde o início de 2026, o programa destinou mais de R$ 14,7 milhões para a aquisição de produtos como leite e derivados, frutas, legumes e hortaliças.

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“O recurso cobre itens que complementam a merenda, garantindo regularidade no abastecimento das escolas. A medida assegura continuidade da alimentação escolar e evita desabastecimento”, explica Eliane, reforçando que o acesso aos recursos depende da regularidade na prestação de contas e que sua aplicação é monitorada e segue critérios do programa.

Fonte: Governo PR

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