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Paraná

Copel entrega 94 toneladas de alimentos a instituições de educação e assistência social

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Voluntários da Copel realizam a entrega de 4,7 mil cestas básicas a 22 instituições educacionais e de assistência social cadastradas em chamada pública permanente destinada a essas entidades. A doação é resultado da campanha “Fatura Solidária”, desenvolvida ao longo da pandemia. A empresa convidou seus clientes a aderirem à fatura digital, enviada por e-mail, e ao débito automático. Em troca, até o final de 2022 a empresa depositou em um fundo o valor de R$ 2,00 a cada conversão da conta de luz em papel para a digital e de R$ 3,00 a cada cadastro de débito em conta.

Estes recursos garantiram, durante a pandemia, a compra de respiradores e ventiladores para o atendimento de pacientes de Covid-19 na rede pública de saúde. “Agora, a ideia é que esta doação de alimentos ajude a combater os efeitos que a pandemia trouxe sobre a economia das famílias assistidas por nossas instituições parceiras, fortalecendo a saúde do corpo e dando mais tranquilidade quanto à manutenção de suas atividades. E isso foi possível graças ao engajamento dos nossos clientes”, explica o superintendente de Gestão, Diego Augusto Correa.

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Nesta etapa, foram investidos R$ 481 mil na compra de aproximadamente 94 toneladas de alimento, entregues para instituições em todas as regiões do Estado. Os produtos poderão ser utilizados pela própria instituição para atendimento a seus públicos, ou entregues para uso direto pelas famílias atendidas, em Campo Mourão, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Curitiba, Lobato, Londrina, Maringá, Medianeira, Pinhais, Ponta Grossa e Umuarama.

Em Londrina, o Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece) foi uma das instituições contempladas. De acordo com a diretora pedagógica, Sara Cristina Daccache Livoratti, o alimento doado será de grande importância para auxiliar as famílias de baixa renda atendidas pela instituição.

“Neste pós-pandemia observamos pessoas que ainda não conseguiram retomar suas vidas da maneira como precisam. Ainda que recebam benefício de prestação continuada, não é suficiente para se manter com as questões de alimentação e saúde. Estas doações são muito bem-vindas”, avalia.

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Outra instituição beneficiada foi a ONG Viver, que dá acolhimento, amparo e apoio a pacientes de câncer infantil e suas famílias em Londrina. A coordenadora de projetos Poliana Nadim considera a doação impactante. “Muitas vezes começamos o mês sem saber como conseguir doações para o próximo período, porque dependemos exclusivamente de contribuições da comunidade, pedidas pelo telemarketing e que nos chegam através do Nota Paraná. Esta doação nos ajuda a manter o apoio a esse público que está passando por um período tão difícil”, relata.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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