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Copel abre inscrições para novos parceiros comerciais no mercado livre de energia

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O braço da Copel dedicado à comercialização de energia no ambiente livre está em busca de novos parceiros para ampliar sua força de vendas em todo o Brasil. A seleção começa nesta terça-feira (7), com as inscrições de interessados, que passarão por uma avaliação prévia antes de firmarem parceria com a companhia.

O objetivo é contar com profissionais e empresas que tenham perfil ativo na prospecção e captação de clientes, além de experiência no setor elétrico e capacidade de oferecer as soluções personalizadas que a Copel possui. “Queremos parceiros que compartilhem de nossos valores e que estejam preparados para representar a Copel no mercado livre de energia com ética, transparência e foco em resultados”, afirma Rodolfo Lima, diretor da Copel Comercialização.

Entre os diferenciais buscados, além da experiência prévia no mercado de energia, estão habilidades de negociação, rede de contatos no segmento empresarial e capacidade de comunicação clara. Os candidatos devem ainda estar formalmente constituídos (MEI ou empresa) para viabilizar a emissão de notas fiscais e contratos.

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O formulário de inscrição permite que os interessados apresentem seu perfil profissional, carteira de clientes, segmentos de atuação e capacidade de entrega de resultados, além do alcance geográfico e relacionamento com entidades do setor.

Outro ponto relevante do processo é a definição do nível de envolvimento do parceiro no relacionamento com o cliente, que pode variar desde a prospecção inicial até o pós-venda e a gestão do contrato. A Copel reforça ainda que os parceiros deverão atuar de acordo com suas políticas comerciais, seguindo regras de confidencialidade e de reporte das oportunidades em sistemas internos.

O preenchimento do formulário não garante a formalização da parceria. Após análise interna, os interessados pré-selecionados serão convidados a apresentar a documentação necessária para avançar à próxima etapa do processo.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas AQUI.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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