Connect with us


Brasil

COP15: Check out the programme of the Conference on Migratory Species in Campo Grande (MS)

Publicado em

From 23 to 29 March 2026, Brazil will host the 15th Meeting of the Conference of the Parties to the Convention on the Conservation of Migratory Species of Wild Animals (CMS COP15). The meeting will take place in Campo Grande (MS) and will place the country at the epicenter of international discussions on biodiversity and the protection of migratory wildlife.

Learn more about CMS COP15. 

Under the leadership of the Government of Brazil and the presidency of the Executive Secretary of the Ministry of the Environment and Climate Change of Brazil (MMA), João Paulo Capobianco, COP15 will bring together governments, scientists, international organizations and civil society to discuss solutions for the conservation of migratory species, their habitats and migration routes.

The programme includes plenary sessions, technical meetings, as well as side events and public events (see more below).

On Sunday (22 March), the High-Level Segment will take place, with the presence of President Luiz Inácio Lula da Silva, the Minister of the Environment and Climate Change, Marina Silva, and the designated President of COP15, João Paulo Capobianco. The President of Paraguay, Santiago Peña, will also attend the session. The objective is to reinforce political commitments and advance international cooperation, guiding global actions that reconcile development, infrastructure and conservation.

General COP15 programme available here.

The official opening of COP15 will take place on Monday (23 March), in the Blue Zone, with political statements by CMS Parties (member countries), the election of the Bureau and the adoption of the agenda. On the same day, countries will present national reports and begin discussions on the Convention’s budget, governance and strategic planning.

Leia mais:  Conheça as 7 vilas brasileiras indicadas ao prêmio máximo da ONU Turismo

Throughout the week, negotiations in the Blue Zone will be held in the Committee of the Whole and thematic working groups, addressing topics such as the conservation status of migratory species, climate change, ecological connectivity and the impacts of human activities. The agenda also includes discussions on action plans for marine, avian and terrestrial species, as well as the review of proposals for the listing and amendment of species in the CMS Appendices.

In addition to formal negotiations, side events, regional meetings and working groups will take place, advancing the Convention’s technical and political discussions.

Check here the list of CMS side events.

Brazil Space and Borderless Connection

Coordinated by the MMA, the Brazil Space, also located in the COP15 Blue Zone, brings together activities in different formats focused on experiences, initiatives and discussions. The agenda complements events organized by the CMS Secretariat, with a focus on international themes connected to the Brazilian context.

Selected proposals involve at least one institution operating in Brazil, linked to governments, civil society organizations and universities, and address native migratory species or those that pass through Brazilian territory, their habitats and related conservation issues.

Click here to access the Brazil Space programme.

In turn, the programme of the Borderless Connection space, organized by the MMA, aims to bring the public closer to discussions on conservation and the climate emergency. With free admission, the initiative brings together efforts from the Government of Brazil, the Government of Mato Grosso do Sul and civil society organizations.

Leia mais:  Brasil reforça liderança global na descarbonização da mobilidade em seminário estratégico

The agenda integrates science, culture and territory, covering topics ranging from the protection of migratory birds and marine ecosystems to the resilience of the Pantanal. The programme includes a socio-environmental film showcase, a photography exhibition and multiple activities.

Access the Borderless Connection programme here.

About CMS

CMS is a United Nations environmental treaty, in force since 1979, that promotes the conservation of migratory species, their habitats and migration routes on a global scale.

The Conference of the Parties (COP) is the main decision-making body of CMS, where 132 countries and the European Union meet to update the lists of species protected under the Convention, the CMS Secretariat budget and the resolutions that guide public policies and conservation initiatives worldwide. The meeting takes place every three years.

CMS brings together governments, scientists, Indigenous Peoples, local communities, civil society and wildlife experts to address challenges related to the conservation of migratory fauna at the global level. In total, approximately 1,189 species are listed in the CMS Appendices, including 962 birds, 94 terrestrial mammals, 64 aquatic mammals, 58 fish species, 10 reptiles and 1 insect.

Special Advisory for Social Communication – MMA
[email protected]
+55 (61) 2028-1227 / 1051
Access MMA’s Flickr

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Comentários Facebook

Brasil

População quilombola passa a contar com política nacional de saúde integral

Published

on

Para organizar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) às necessidades da população quilombola, foi pactuada nesta quinta-feira (27/08), a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ) no âmbito do SUS. A medida contou com a aprovação de gestores locais, estaduais e federais da saúde, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF).

A PNASQ foca na superação de barreiras estruturais de acesso à saúde e no combate ao racismo e às desigualdades étnico-raciais que atingem as comunidades tradicionais. Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, a normativa busca incorporar as especificidades do território, cultura, identidade quilombola e trajetória ancestral ao planejamento e organização do cuidado no SUS.

“Essa política é resultado de uma luta histórica dos povos quilombolas pelo reconhecimento de suas vulnerabilidades, combate ao racismo e defesa da equidade em saúde. Hoje selamos a responsabilidade compartilhada entre estados, municípios e a união pela garantia do direito à saúde, à redução das desigualdades e à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida dessa população”, destacou Massuda.

 A aprovação da política também foi comentada por lideranças quilombolas que atuam pela ampliação do acesso à saúde e pelo reconhecimento da cultura e identidade quilombola. Para Marinho da Estiva, coordenador Nacional da Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), a expectativa é que a política possa acolher e cuidar das comunidades com respeito à sua história. “A gente espera que o nosso povo, as nossas práticas, os nossos saberes ancestrais na saúde do nosso povo quilombola sejam respeitados, nos postos de saúde, hospitais, pelas pessoas que estão na ponta”, reforçou.

Leia mais:  Governo Federal reconhece oficialmente a atividade de trancistas na CBO

 As responsabilidades pela implementação da política serão compartilhadas e organizadas entre os três entes, cabendo à União a coordenação das ações da política – define diretrizes, apoia de forma técnica, informa e monitora; aos estados a articulação e apoio aos municípios para promoção da regionalização; e aos municípios a implementação, com planejamento, qualificação da atenção e promoção da participação social. A PNASQ utilizará os instrumentos do próprio SUS para viabilizar as suas ações, com financiamento também compartilhado entre as três esferas de gestão.

Participação social e equidade A política recebeu contribuições de gestores e da sociedade civil, por meio de consulta pública, conferências de saúde e recomendação do Conselho Nacional de Saúde (CNS), além de contar com um amplo e qualificado processo de diálogo com lideranças quilombolas, em uma agenda participativa e democrática de construção conjunta das propostas.

 “Estou dentro desse processo desde o começo. O Ministério da Saúde nos ouviu, nós sentamos e conversamos sobre a nossa política. E nós tivemos essa vitória. Para nós, ter essa conquista e chegar até onde nós chegamos, é um dia de muita alegria, de honra, mas sabemos que a caminhada está só começando. Sei que temos muitos desafios pela frente”, comemorou a quilombola Tereza de Jesus da Silva, integrante do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola Graça Epifânio, da CONAQ.

Leia mais:  Turismo nacional: as estratégias que reposicionaram o Brasil no cenário global

 Próximos passos

Com a pactuação federativa, o próximo passo para implementação da PNASQ é a construção de um plano operativo nacional, que definirá as prioridades, ações, metas, indicadores e responsabilidades dos gestores. Também serão criados instrumentos de monitoramento e avaliação da política, com estratégias, orientações e ferramentas para apoiar gestores na implementação e no enfrentamento das iniquidades e desigualdades as quais estão expostas as populações quilombolas.

Comunidades quilombolas

Para o SUS, as comunidades quilombolas são povos tradicionais definidos por sua ancestralidade, cultura e uma territorialidade que vai além da regularização das terras, servindo como espaço coletivo de reprodução social e identidade. Segundo o Censo de 2022, o Brasil possui mais de 1,3 milhão de quilombolas distribuídos por 1.696 municípios, com a maior concentração na Região Nordeste e, especificamente, no estado da Bahia.

 Apesar desse contingente, apenas 12,6% da população quilombola reside em territórios oficialmente delimitados. Diante disso, a PNASQ estende sua cobertura também aos contextos urbanos e favelas, reconhecendo que a autoidentificação e os vínculos étnico-raciais e comunitários independem de o território ser rural ou formalmente titulado.

Para garantir a integralidade do cuidado, é fundamental que as especificidades quilombolas sejam integradas aos processos de regionalização e regulação do SUS, assegurando o acesso a consultas especializadas, urgências e assistência farmacêutica.

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262