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Convênio entre Governo do Paraná e Formosa do Oeste garante reforma de três pontes

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL) e o município de Formosa do Oeste, na região Oeste, celebraram um termo de cooperação para realizar o alargamento de três pontes em vias municipais, facilitando o deslocamento de maquinário agrícola e trânsito dos moradores.

Da parte do Estado, serão fornecidas seis vigas pré-moldadas de concreto, 56 lajotas de concreto para compor a laje superior, e 72 guarda-rodas, utilizados nas obras das pontes na Estrada Marabá, Estrada Birigui e Estrada São Jorge, ficando a execução dos serviços por responsabilidade do município. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) é o responsável por entregar as peças e acompanhar a execução do termo.

“Recebemos a importante missão do governador Carlos Massa Ratinho Junior de apoiar os nossos municípios quanto a suas pontes rurais, muitas danificadas pelas chuvas, como foi o caso de Campo Bonito, onde inauguramos este mês a nova ponte sobre o Rio Tourinho, ou somente necessitando de melhorias para fortalecer o setor de agro local, que é o que vamos fazer em Formosa do Oeste”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

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As obras são semelhantes nos três casos, com as vigas das pontes da Estrada Marabá e da Estrada Birigui tendo 13,50 metros de comprimento, enquanto a ponte da Estrada São Jorge terá vigas de 10,5 metros, proporcionalmente também com menos lajotas e guarda-rodas.

As vigas serão lançadas dos lados das estruturas existentes, após adequação das cabeceiras, seguida pela colocação das lajotas e concretagem para formar nova laje superior. As proteções existentes serão retiradas e substituídas pelos novos guarda-rodas, na parte mais externa das pontes alargadas.

As três pontes passarão de 4 metros de largura cada para 5,25 metros, permitindo a passagem de maquinário agrícola de maior porte, bem como o tráfego de veículos de passeio em mão dupla com mais segurança. O prazo de execução do termo de cooperação é de 180 dias.

A ponte da Estrada Marabá está localizada sobre o Rio dos Padres, enquanto as outras duas ficam sobre o Rio Arara.

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FORMOSA DO OESTE – Com população de 6.345 habitantes, o município de Formosa do Oeste tem na produção agropecuária sua principal fonte de renda, segundo o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Se destacam o cultivo da soja, milho, trigo, sorgo, cana-de-açúcar, abacate e banana, além da criação de galináceos, suínos e bovinos. No setor de aquicultura, o município se destaca na produção da tilápia.

Formosa do Oeste faz limite com Assis Chateaubriand, Brasilândia do Sul, Alto Piquiri, Mariluz, Goioerê, Quarto Centenário, Nova Aurora, Iracema do Oeste e Jesuítas, ficando no limite da região Oeste com o Centro-Oeste e o Noroeste do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Com 8 mil atendimentos, AME da UEPG amplia acesso a especialidades nos Campos Gerais

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O primeiro mês de funcionamento do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) do Hospital da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG) confirma o impacto positivo da nova estrutura na saúde regional. Entre a inauguração, em 19 de março, e o fechamento do primeiro ciclo de atendimentos, o complexo realizou cerca de 8 mil consultas ambulatoriais, abrangendo mais de 52 especialidades.

Com um investimento de R$ 15,4 milhões do Governo do Estado, a unidade de 2,9 mil metros quadrados foi projetada para ser o maior suporte especializado dos Campos Gerais. A estrutura foi concebida para atender pacientes de toda a região, oferecendo também suporte qualificado à formação de acadêmicos e residentes.

“A entrega deste AME, o primeiro com perfil universitário do País, consolida a nossa política de descentralização da saúde. Estamos levando o atendimento de alta complexidade para perto das pessoas, reduzindo deslocamentos e garantindo que o usuário tenha acesso ao que há de mais moderno no SUS paranaense”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

ESTRUTURA E ACADEMIA – A unidade conta com 19 consultórios, cinco salas de exames, sala de fisioterapia, auditórios e laboratórios. Além de especialidades como oftalmologia e otorrinolaringologia, o AME abriga um Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) e um Laboratório de Prótese Odontológica.

Para o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, o ganho é mútuo. “A UEPG ganha muito com esse AME Universitário do ponto de vista acadêmico, mas a população também ganha, pois está havendo um crescimento na oferta de consultas referenciadas”, comemora.

Segundo ele, a implantação é gradativa. “A meta é chegar a mais de 15 mil pacientes até o final do ano. Isso vai ser progressivo, atendendo todas as exigências para o pleno funcionamento de serviços de saúde”.

CONFORTO E HUMANIZAÇÃO – Um lugar feliz para se trabalhar e para se consultar: é assim que se sentem profissionais e estudantes que atuam no AME da UEPG, e também os pacientes. Há três anos, Antônio Carlos da Luz vem do distrito de Socavão, em Castro, para acompanhar uma leucemia. “Lá no HU sempre vou bom, mas aqui é ainda melhor. Aqui é mais confortável, mais moderno também”, avalia.

Também de Socavão, vem a Valdinéia Teixeira da Ferreira, que acompanha a mãe, Vilma, em um tratamento de anemia autoimune há cerca de dois anos. “Ela vinha de 15 em 15 dias, daí de mês em mês e agora tá de dois em dois meses”, conta. Para ela, é importante não estar dentro do prédio principal do hospital durante a consulta. “O espaço é bem aconchegante, a pessoa se sente bem melhor. Foi muito bom, principalmente para nós que viemos de longe”.

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EFICIÊNCIA CLÍNICA – A separação entre os diferentes fluxos hospitalares é um dos pontos altos da nova estrutura. Até a inauguração do AME, os serviços ambulatoriais do HU-UEPG eram prestados no interior do prédio principal do complexo hospitalar. A separação dos acompanhamentos ambulatoriais de serviços de urgência ou emergência, enfermarias de internamento, centro cirúrgico e unidades de tratamento intensivo é avaliada como positiva por equipes e pacientes.

“A gente se sente muito bem trabalhando aqui. É sempre positivo você trabalhar num lugar que é ambientalmente agradável, que tem luz natural, que tem ventilação natural. E os pacientes são ainda melhor acolhidos aqui”, comemora a hematologista Erica Sabrine Angelo Lisboa.

Além do conforto, há maior disponibilidade de espaço para consultas. Os atendimentos de hematologia, por exemplo, puderam ser duplicados com a mudança. “A gente se sente no primeiro mundo. E obviamente que a finalidade de tudo isso é o usuário do SUS ter um atendimento de qualidade, e isso definitivamente está sendo alcançado”, acrescenta.

“É uma alegria ter um espaço amplo, moderno, humanizado, que valoriza a condição dos nossos pacientes e que permitiu toda uma ampliação do número de atendimentos”, resume a diretora-geral dos HUs, Fabiana Mansani.

ABRANGÊNCIA – O complexo de saúde da UEPG atende cerca de 1,2 milhão de habitantes de 28 municípios, distribuídos por três Regionais de Saúde (3ª, 4ª e 21ª). Além do AME, a estrutura conta com o HU, o Hospital Materno-Infantil (Humai) e o Ambulatório Amadeu Puppi. Atualmente, o Estado investe na construção do Centro Especializado em Reabilitação (CER-IV) e na nova torre do HU-UEPG para ampliar ainda mais a rede.

24 UNIDADES – A implantação do AME integra a estratégia do Governo do Estado de fortalecer a regionalização da saúde, aproximando os serviços especializados da população e reduzindo a necessidade de deslocamentos para centros maiores. O modelo também contribui para a redução das filas de espera por consultas, exames e procedimentos, um dos principais gargalos da média complexidade no SUS.

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Serão 24 AMEs no Estado, um investimento de R$ 320 milhões. Já foram inauguradas as unidades de União da Vitória, Curitiba, Ponta Grossa, Cianorte, Irati, Ivaiporã e São José dos Pinhais.

As obras também estão adiantadas em outras localidades. Em Jacarezinho, a construção já está na reta final com 83,44%, enquanto Cornélio Procópio registra 70,05% e Almirante Tamandaré, sede do AME Norte, atinge 70,58%. Campo Mourão já ultrapassou a metade do cronograma com 60,12% de execução, enquanto Paranavaí registra 58,76%. Apucarana e Pitanga iniciaram as construções recentemente, com 9,13% e 5%, respectivamente.

Além das construções novas, o Estado moderniza estruturas já existentes. O AME anexo ao Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, está com 35,01% de execução e em processo de relicitação. No Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR), em Piraquara, as obras chegam a 9,70%. O AME Saúde Mental do Hospital Adauto Botelho, em Pinhais, está em fase de licitação.

A construção dos AMEs de Goioerê, Santo Antônio da Platina, Toledo, Foz do Iguaçu e Laranjeiras devem iniciar em breve. Recentemente, o Governo do Paraná também anunciou um segundo AME em Curitiba, no espaço externo do Hospital Municipal do Idoso Zilda Arns. O investimento total em 24 unidades já ultrapassa R$ 320 milhões.

CLASSIFICAÇÃO DOS AMES – Os AMEs do Paraná são classificados em diferentes portes (Tipos I, II e III) que refletem a estrutura e a capacidade de atendimento de cada unidade, visando descentralizar e regionalizar os serviços de saúde especializados no Paraná, com unidades maiores e mais complexas em regiões estratégicas.

O AME Tipo I conta com 37 consultórios, 10 salas de exames em um espaço de aproximadamente 4 mil m². O AME Tipo II, contempla cerca de 2,5 mil m² com 22 consultórios e 7 salas de exames cada. O AME Tipo III possui área de cerca de 1.014 m², consultórios multiprofissionais e visa atender uma média de 5 mil pacientes/mês.

Veja a estrutura dos primeiros Ambulatórios Médicos de Especialidades entregues pelo Governo do Estado:

Fonte: Governo PR

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