Economia
Contratações no setor de serviços compensam demissões na indústria e emprego fica estável no Paraná em junho
As contratações de trabalhadores para o setor de serviços compensaram as demissões na indústria e fez com que o emprego ficasse estável no Paraná no mês de junho, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (25).
De acordo com os dados do Caged, o estado teve saldo positivo de 158 vagas de trabalho ao longo do mês, uma alta de 0,01%. Em maio, por exemplo, foram geradas 1,4 mil vagas no Paraná.
No Brasil, foram criadas 48 mil vagas de trabalho, o que representa um crescimento de 0,13%.
Segundo as informações do Caged, o setor de serviços teve um saldo positivo de 2 mil vagas de trabalho ao longo do mês, com maior concentração de criação de empregos nas áreas de prestação de serviços técnicos em móveis e imóveis e serviços médicos e veterinários.
Em compensação, as indústrias paranaenses fecharam 1,4 mil vagas no período. A maioria dos desligamentos aconteceu nas indústrias madeireiras e metalúrgicas do estado.
O emprego no comércio também teve 1,1 mil vagas de emprego fechadas no mês.
Semestre
Nos seis primeiros meses de 2019, o estado criou um total de 40 mil novos postos de trabalho, o que representa um crescimento de 1,54%.
Neste período, as maiores altas foram no setor de serviços, com 22 mil novos empregos, e a construção civil, com 6,9 mil vagas.
No Brasil inteiro, foram criadas 408 mil novas vagas, uma alta de 1,06%.
Cidades
Maior parte das gerações de empregos aconteceu em Curitiba e região. Na capital, o saldo em junho foi de 1,6 mil vagas criadas. As outras cidades com maior número de empregos criados foram Colombo, com 164 novas vagas, e Fazenda Rio Grande, com 148 empregos.
Por outro lado, Guarapuava, na região central do estado, fechou 363 postos de trabalho, e Foz do Iguaçu, no oeste, encerrou 345 vagas.
Economia
MDIC destaca NIB, descarbonização e minerais críticos na Hannover Messe
A Nova Indústria Brasil (NIB) segue em destaque na Hannover Messe, maior feira industrial do mundo. Na segunda-feira (20/04), durante o seminário “Apresentando a Estratégia Industrial do Brasil: Caminhos para um Crescimento Sustentável e Inovador”, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (SDIC/MDIC), Uallace Moreira, apresentou as seis missões da NIB e destacou instrumentos da política industrial, como o Plano Mais Produção, que impulsionam o desenvolvimento econômico do país.
No segundo dia de debates no Pavilhão Brasil, nesta terça-feira (21/04), o secretário participou de uma série de agendas voltadas à inovação e à transição sustentável. No painel “Combustível Sustentável de Aviação (SAF): Oportunidades para a Cooperação Brasil-Alemanha” e na sessão “Soluções Inovadoras de Descarbonização para o Setor de Transporte”, ele ressaltou a importância de internalizar a cadeia produtiva de tecnologias no Brasil e destacou o programa Mover, que tem estimulado rotas tecnológicas inovadoras para a descarbonização do setor automotivo.
Moreira também citou iniciativas apoiadas pela NIB que estão em exposição na feira, como projetos de biocombustíveis, carro voador e soluções inovadoras de armazenamento de energia em baterias.
Já na sessão “Parceria estratégica Brasil–União Europeia em minerais críticos e desenvolvimento sustentável”, Uallace Moreira destacou o papel das parcerias internacionais para fortalecer a indústria brasileira no setor.
“Nós somos ricos em minerais. Para além de explorar os minerais, queremos agregar valor produtivo, desenvolvendo a indústria nacional e gerando emprego e renda”, afirmou secretário.
O Brasil é o país parceiro oficial da Hannover Messe 2026. A inauguração oficial do Pavilhão do Brasil foi conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do chanceler alemão Friedrich Merz e do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. A cerimônia reuniu autoridades, empresários e lideranças industriais, sinalizando a relevância estratégica da presença brasileira na principal feira industrial do mundo e consolidando o país como um ator central na construção de uma indústria sustentável de um mundo em transformação.
Veja também
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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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