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Política Nacional

Consumidores enfrentam dúvidas e riscos no uso de suplementos alimentares, afirmam especialistas

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A Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (3) mais um debate sobre suplementos alimentares. Um grupo de trabalho na Câmara é responsável por elaborar proposta legislativa sobre regras e critérios para a comercialização desses produtos. A audiência pública reuniu médicas especialistas e representante da indústria para discutir riscos, benefícios e desafios regulatórios do setor.

A médica Luciana Hadad, especialista em medicina do esporte e nutrologia, afirmou que a população tem “muitas dúvidas sobre a regulamentação atual e sobre a segurança dos produtos disponíveis”. Ela relatou que há suplementos no mercado sem comprovação científica adequada e alertou para riscos relacionados à contaminação, à falsificação e à diferença entre o que está no rótulo e o que há no frasco.

Segundo a médica, a expansão do mercado acompanha o aumento da busca por saúde e prática esportiva, mas exige proteção ao consumidor. “Nada é mais importante que a segurança das pessoas”, afirmou.

A diretora do Departamento de Endocrinologia do Exercício da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Cristina da Silva de Oliveira, citou problemas que decorrem do uso autônomo dos suplementos, sem orientação profissional, o que pode levar a:

  • consumo de doses acima das recomendadas;
  • combinação inadequada de produtos (“salada de suplementos”);
  • exposição a substâncias que interagem entre si ou com medicamentos.
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Ela citou casos clínicos graves, como pacientes que adquiriram produtos ditos “naturais”, mas contaminados com corticóides ou substâncias para emagrecimento, causando problemas cardíacos, renais e metabólicos.

Para ela, é urgente fortalecer a fiscalização, rever rotulagens e criar mecanismos que deem segurança ao consumidor, como um selo identificando suplementos avaliados e aprovados pela Anvisa.

Punições
A representante da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), Gislene Cardoso, afirmou que a categoria é “altamente regulada” e que as empresas idôneas seguem processos complexos de qualidade, como estudos de estabilidade — que podem custar até R$ 120 mil.

Ela alertou para o crescimento da falsificação, especialmente em marketplaces e redes sociais, onde produtos são vendidos sem origem comprovada. Ela defendeu medidas mais duras para punir essas irregularidades, como:

  • aumento das penalidades para fraudes;
  • responsabilidade solidária de plataformas de venda on-line;
  • prazo adequado para adequações regulatórias, mantendo rigor técnico.

Segundo a especialista, a ABIAD foi a única entidade contrária à prorrogação recente do prazo para empresas apresentarem estudos exigidos pela Anvisa.

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A coordenadora do grupo de trabalho, deputada Ana Pimentel (PT-MG), agradeceu as contribuições e afirmou que o material apresentado será considerado na construção da proposta legislativa. Ela destacou que o objetivo é garantir segurança ao consumidor, fortalecer a fiscalização e enfrentar desafios específicos do ambiente digital, como vendas irregulares e publicidade enganosa.

Da Redação – GM

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Davi comemora identificação de petróleo na Margem Equatorial

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O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, comemorou nesta sexta-feira (14) a identificação de petróleo em águas profundas da Marquem Equatorial brasileira. Em nota à imprensa, ele disse que recebeu a informação da presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

“Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil”, escreveu.

A Marquem Equatorial é uma zona litorânea e marítima que vai do Amapá até o Rio Grande do Norte. A descoberta anunciada nesta sexta ocorreu na costa do Amapá, estado do senador. Leia abaixo a íntegra da nota.

NOTA À IMPRENSA

Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país.

Acabei de ser informado pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, de que a companhia identificou a presença de petróleo em águas profundas da Margem Equatorial.

Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil.

Esse resultado também mostra a excelência da nossa Petrobras. Meu reconhecimento a todos os técnicos e profissionais da companhia que conduzem esse trabalho com competência, segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas.

Esse é o Amapá gigante que a gente quer: protagonista de um Brasil que cresce com desenvolvimento, preservação e oportunidades para a nossa população.

Viva a nossa gente!
Viva o Amapá gigante!
Viva o Brasil!

Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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