Connect with us


Economia

Conselho da Suframa aprova R$ 1,19 bilhão em investimentos e prevê 2.290 novos empregos

Publicado em

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) realizou, nesta quinta-feira (11/12), a 321ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração (CAS), por videoconferência. Na ocasião, foram aprovados 61 projetos industriais e de serviços, sendo 29 de implantação e 32 de diversificação.

Somados, os projetos preveem R$ 1,19 bilhão em investimentos e faturamento estimado de R$ 5,59 bilhões, com geração de 2.290 novos postos de trabalho na região.

A última reunião do CAS de 2025 foi presidida pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e contou com a participação de representantes dos ministérios do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas e da Agricultura e Pecuária, de estados e do superintendente da Suframa, além de conselheiros, autoridades políticas e representantes de entidades de classe.

Entre os destaques está o número de projetos do subsetor Eletrônico, com previsão de geração de 510 novos postos de trabalho e investimentos de R$ 418,28 milhões. O projeto da Etor Pneus Ltda., para produção de pneus destinados a bicicletas, motocicletas e motonetas, prevê 436 postos de trabalho e R$ 283,1 milhões em investimentos.

Leia mais:  Exportações brasileiras alcançam US$ 227,6 bi batem recorde para o período de janeiro a agosto

Outros destaques são os projetos de diversificação da Foxconn Moebg Indústria de Eletrônicos Ltda., para produção de monitores LCD voltados ao uso em informática, com 130 empregos e R$ 61,16 milhões em investimentos; a Gertec Brasil Ltda., que projeta fabricar telefones celulares digitais, com 58 novos postos e investimentos de R$ 117,82 milhões; e da Sagemcom Brasil Comunicações Ltda., para fabricação de hidrômetros digitais, com 76 empregos e investimentos superiores a R$ 46,48 milhões.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Comentários Facebook

Economia

MDIC e CGU debatem sobre transparência e gestão de ativos intelectuais no setor público

Published

on

A Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), realiza, no próximo 12 de maio, em Brasília (DF), evento voltado ao fortalecimento do registro e da mensuração de ativos de propriedade intelectual produzidos por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs).

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI) e reforça a agenda do governo federal para ampliar a transparência, a governança e o uso estratégico das tecnologias desenvolvidas no setor público.

Para o secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo, organizar esses ativos é parte central da política de desenvolvimento. “O Brasil investe na geração de conhecimento e inovação. Precisamos garantir que esse ativo seja bem gerido, tenha transparência e gere resultado para a economia e para a sociedade”, afirmou.

Na prática, o debate trata de um tema central: como dar mais visibilidade às tecnologias criadas com recursos públicos e ampliar seu potencial de gerar inovação, parcerias e soluções concretas.

Transparência e melhor uso das tecnologias públicas

Leia mais:  Seminário reforça papel estratégico da gestão de riscos na modernização do comércio exterior

Grande parte das tecnologias desenvolvidas no Brasil nasce dentro de universidades, institutos de pesquisa e centros de inovação públicos, responsáveis por cerca de 30% das propriedades intelectuais geradas.

O desafio é garantir que essas tecnologias sejam bem registradas, acompanhadas e utilizadas de forma estratégica.

O evento vai discutir:

  • como qualificar o registro dessas tecnologias
  • como ampliar a transparência sobre seu uso
  • como orientar decisões sobre sua aplicação

Do conhecimento à aplicação

Um dos pontos centrais do encontro é diferenciar dois processos importantes:

  • valoração, quando a tecnologia recebe um preço para negociação com o setor privado
  • mensuração, quando ela é registrada como patrimônio da instituição que a desenvolveu

Essa distinção contribui para uma gestão mais organizada e segura, facilitando parcerias e ampliando as chances de que essas inovações cheguem ao mercado.

Pedro Ivo também destacou o impacto direto na competitividade. “Quando organizamos melhor esses ativos, aumentamos a capacidade de transformar conhecimento em inovação, atrair investimentos e gerar emprego de qualidade”, disse.

Fortalecimento da inovação e da governança

Leia mais:  Missão brasileira conclui visita produtiva a Nova Délhi

Voltado a gestores de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), contadores e auditores internos, o encontro reforça o papel dessas áreas na organização e no aproveitamento das tecnologias produzidas.

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de uma agenda ainda pouco explorada no Brasil: a construção de conhecimento técnico sobre como registrar e acompanhar o valor das inovações públicas.

Ao avançar nessa agenda, o governo federal fortalece a governança, amplia a confiança nas instituições e potencializa o impacto econômico e social das tecnologias desenvolvidas com recursos públicos.

Serviço:

Evento: Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI) – Desafios de mensuração de PI por ICT pública
Data: 12 de maio
Local: Auditório Anadyr de Mendonça, Sede da CGU – Brasília (DF)
Horário: 9h às 12h20

Inscrições:
https://forms.cloud.microsoft/pages/responsepage.aspx?id=_tl4ZiEJfUGEEV8cGN77u8SDpTNGk6RDjAXknHxC7MRUQVYyQzVOTlVPQUQzSlVQNlRCTkJBUDVXVS4u&route=shorturl

Transmissão:
https://www.youtube.com/cguoficial

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262