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Política Nacional

Comissão especial debate primeira infância e uso responsável de tecnologias digitais

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A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 34/24, sobre a primeira infância – período que vai do nascimento aos 6 anos de idade – realiza audiência pública nesta terça-feira (25) para discutir a proteção e o desenvolvimento integral de crianças nesse período de vida, diante dos desafios do ambiente digital.

O debate foi solicitado pela relatora, deputada Amanda Gentil (PP-MA), e está marcado para as 14 horas, no plenário 14.

Amanda Gentil ressalta que a presença das tecnologias digitais na rotina das famílias exige uma abordagem integrada que envolva educação, saúde, direitos humanos e regulação digital. Entre os desafios citados estão a exposição precoce a telas, a circulação de conteúdos inadequados e os riscos associados à privacidade e à desinformação.

A audiência tem o objetivo de subsidiar os trabalhos da comissão especial com uma visão atualizada dos impactos da tecnologia na infância e de orientar medidas que promovam segurança online, alfabetização digital e bem-estar no desenvolvimento das crianças brasileiras.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova projeto que cria incentivos para o comércio de produtos da Amazônia

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Programa de Valorização e Promoção dos Produtos Amazônicos para incentivar a comercialização, a industrialização e o consumo sustentável de produtos originários da Amazônia Legal.

A proposta facilita o acesso a empréstimos e reduz impostos para as empresas e cooperativas participantes. Elas também terão apoio do governo para divulgar suas marcas no Brasil e no exterior, além de receberem um selo oficial para comprovar que produzem de forma sustentável.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), ao Projeto de Lei 6153/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM).

O projeto original previa benefícios apenas para empresas públicas e privadas. A relatora alterou o texto para garantir que as cooperativas e os pequenos negócios de indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares também recebam os incentivos do governo.

“O potencial produtivo dos povos amazônicos permanece largamente subutilizado, não por falta de capacidade, mas por ausência de políticas públicas que articulem inclusão produtiva, acesso a mercados e proteção de direitos”, argumentou a deputada.

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Para fazer parte do programa, o projeto prevê as seguintes obrigações:

  • Rastreabilidade: A empresa deverá identificar de quais comunidades os produtos fornecidos foram comprados.
  • Comércio justo: O projeto exige a remuneração adequada aos produtores originários e a repartição justa dos lucros.
  • Respeito cultural: Fica proibido usar grafismos, saberes tradicionais ou expressões culturais para vender produtos sem o consentimento livre e informado da comunidade de origem.

Certificação simplificada
Pela proposta, o governo deverá criar mecanismos simplificados para que as comunidades comprovem a origem amazônica dos seus produtos. Uma declaração da própria comunidade produtora, por exemplo, poderá ser aceita para a adesão ao programa.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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