Política Nacional
Comissão debate uso de tecnologia e inovação para o envelhecimento saudável
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira (8) para discutir como a tecnologia e a inovação podem apoiar o envelhecimento. O debate será às 15 horas, no plenário 12.
A audiência foi solicitada pelos deputados Luiz Couto (PT-PB), Geraldo Resende (PSDB-MS) e Alexandre Lindenmeyer (PT-RS) e pela deputada Maria do Rosário (PT-RS). Segundo os parlamentares, o objetivo é discutir soluções tecnológicas que melhorem a qualidade de vida da população idosa.
No requerimento para a realização do debate, eles pontuam que experiências internacionais mostram como tecnologias de monitoramento, telemedicina e atendimento domiciliar inteligente podem reduzir internações, aumentar a adesão a tratamentos e prevenir acidentes domésticos.
E ressaltam que a inclusão digital ainda é um desafio no Brasil. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que menos de 30% da população com 60 anos ou mais acessa regularmente a internet.
“Para reverter esse cenário, é fundamental debater estratégias de capacitação digital, interfaces acessíveis e políticas públicas que garantam soluções tecnológicas inclusivas e eficientes para o envelhecimento da população”, informa o requerimento.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Motta diz que combate à violência contra a mulher é prioridade na Câmara
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio é prioridade para a Casa.
Segundo ele, o grupo de trabalho (GT) criado para debater o projeto de lei que criminaliza a misoginia (PL 896/23) será instalado na próxima semana, e já estão previstas quatro audiências públicas.
O GT, coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP), deve apresentar um parecer até o início de junho para que a proposta seja debatida pelas bancadas.
“Já demonstramos essa prioridade com um grande volume de projetos aprovados, como o que coloca tornozeleira eletrônica em agressor de mulher, os que endureceram as penas contra quem comete violência contra a mulher, e propostas que previnem a violência”, afirmou o presidente.
“Somos signatários do pacto contra o feminicídio, que foi assinado com os demais Poderes para mudar a realidade no país”, acrescentou.
O que diz o projeto
O PL 896/23, já aprovado no Senado, equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.
A proposta prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Câmara dos Deputados
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