Connect with us


Política Nacional

Comissão debate diagnóstico tardio do autismo na terça-feira

Publicado em

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 3080/20 realiza, na próxima terça-feira (24), audiência pública sobre diagnóstico tardio e intervenções voltadas às pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

O debate será realizado às 14 horas, no plenário 9, e atende a pedidos dos deputados Marangoni (União-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP).

Segundo Marangoni, a comissão quer construir um marco legal abrangente que integre ações de diferentes áreas e melhore as políticas públicas voltadas à inclusão, ao diagnóstico precoce, ao tratamento, à educação, ao trabalho e à proteção dos direitos das pessoas no espectro autista e de suas famílias.

Marangoni também ressalta a importância de discutir a violência cometida contra pessoas autistas. “A violência contra pessoas autistas é fenômeno crescente e multifacetado, demandando análise jurídica, social e institucional”, resume.

Debate qualificado
Orlando Silva afirma que o debate exige a participação de especialistas, gestores públicos, entidades representativas e profissionais com experiência em políticas públicas.

Segundo o deputado, é essencial ouvir representantes da sociedade civil, do poder público, do sistema de justiça, de profissionais de saúde e educação e de pessoas autistas é essencial para assegurar propostas alinhadas às realidades regionais.

Leia mais:  Comissão de Saúde aprova proposta sobre capacitação contra câncer infantil

“Uma audiência plural fortalece os trabalhos legislativos e contribui para um Plano Nacional de Políticas para Pessoas com TEA que seja efetivo, baseado em evidências e socialmente sensível”, afirma.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook

Política Nacional

Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior

Published

on

Autoridades brasileiras podem ficar desobrigadas de ordenar a repatriação de criança ou adolescente ao país onde moravam com o pai, quando houver indícios de que a mãe brasileira ou seus filhos foram vítimas de violência doméstica naquele país.

É o que prevê um projeto de lei aprovado nesta quinta (3) pelo Senado. Devido às alterações feitas no texto (PL 565/2022), a proposta retornará à Câmara dos Deputados, onde sua tramitação teve início.

A matéria contou com o parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que promoveu alterações no projeto original. Ela participou de uma comissão do Senado que analisou por seis meses casos de mulheres brasileiras que, após terem residido no exterior, voltaram ao Brasil com seus filhos para escapar das agressões de seus maridos — e acabaram sendo acusadas por eles de sequestro internacional.

Atualmente, a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Criança (que faz parte da Convenção de Haia) determina o retorno da criança ou do adolescente. Por isso, o objetivo do projeto é evitar que as autoridades brasileiras se vejam obrigadas a devolver esses filhos a pais acusados de agressão.

Leia mais:  Comissão aprova adicional salarial para professores que atendem alunos com deficiência

Mara Gabrilli reitera que a principal inovação da proposta é reconhecer que a violência doméstica pode constituir risco suficiente para autorizar a autoridade brasileira a ignorar a regra de retorno da criança ou do adolescente ao país estrangeiro. Segundo ela, isso permite que situações de violência, mesmo quando dirigidas contra a mãe, sejam juridicamente consideradas fatores de risco à criança.

O texto aprovado no Senado lista uma série de situações que podem configurar indícios de violência doméstica em outro país — e que desobrigariam as autoridades judiciais e administrativas brasileiras de ordenar o retorno dos filhos —, como denúncias apresentadas no país onde vive o pai; laudos médicos, psicológicos ou relatórios de serviços sociais; depoimentos de testemunhas ou das próprias vítimas; contatos com consulados brasileiros em busca de apoio; etc.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262