Política Nacional
Comissão debate competitividade da cadeia de proteínas vegetais e animais
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (2), audiência pública para discutir formas de ampliar a competitividade da cadeia de proteínas vegetais e animais.
O debate, que atende a pedido do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), está marcado para as 15h30, em plenário a ser definido.
Segundo o deputado, o objetivo é discutir políticas e estratégias que fortaleçam a cadeia produtiva de proteínas, setor responsável por parcela significativa dos empregos, da arrecadação tributária e do superávit da balança comercial brasileira.
“A cadeia da proteína engloba mais de 18% do PIB e 25,8% das nossas exportações. São 16 milhões de empregos diretos e indiretos espalhados pelo setor, o que representa 2,23% dos empregos do país”, informa.
Alceu Moreira destaca que o Brasil já é reconhecido mundialmente como um dos principais exportadores de proteínas e que o fortalecimento do setor é essencial para manter e ampliar essa posição no cenário internacional.
E afirma que a crescente demanda global por proteínas e o aumento da concorrência internacional tornam necessário ouvir especialistas, produtores e representantes do setor público e privado.
“A realização de uma audiência pública permitirá reunir agentes-chave do setor público e privado para discutir os desafios e oportunidades, bem como propor soluções que fortaleçam o setor e impulsionem a exportação de proteínas”, diz Moreira.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Veneziano comemora aprovação na CCJ da PEC que acaba com a escala 6×1
Em pronunciamento na tribuna nesta quarta-feira (2), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) comemorou a aprovação da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que acaba com a chamada escala 6×1 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Ele afirmou que espera que a matéria seja votada ainda nesta quarta em Plenário.
Para Veneziano, a PEC 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, trará benefícios aos brasileiros.
— Nós teremos, sem sombra de dúvidas, um país mais saudável, milhões de brasileiros e brasileiras mais saudáveis, com a oportunidade de um dia a mais de acesso às suas famílias, uma oportunidade de ter mais lazer, mais acesso à cultura, sem prejuízos para a nossa economia — afirmou.
Segundo ele, os receios relacionados a um possível impacto negativo sobre a atividade econômica são infundados.
— Todas as mudanças havidas nas relações de trabalho, mesmo que propiciassem alguns questionamentos, algumas inquietudes, se deram e se acomodaram ao reconhecimento da dignidade do trabalhador e da trabalhadora. Não vai ser diferente agora, no instante em que nós implementarmos essa mudança — argumentou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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