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Com o apoio do Gaeco, Polícia Civil realiza operação em Matinhos com prisão de líder de organização criminosa e outras duas pessoas foragidas

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No Litoral do Estado, em Matinhos, o Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, participou nesta quarta-feira, 14 de janeiro, de operação realizada pela Polícia Civil do Paraná que resultou na prisão de três pessoas ligadas a uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas em diversas regiões do Estado e que estavam foragidas da Justiça.

Áudio do promotor de Justiça Vinícius Fernando Zonatto

As investigações tiveram início em agosto de 2025 e o principal alvo, um homem apontado como responsável pelo controle do tráfico de drogas e investigado por cerca de 40 homicídios relacionados a disputas criminosas, estava foragido há oito anos. Ele exercia a liderança de uma organização criminosa com atuação em Campo Mourão, Cianorte e outros municípios da região.

Com o avanço das apurações, a Polícia Civil do Paraná identificou que o investigado estava residindo em Matinhos. O local passou a ser monitorado e os policiais constataram a presença de outros dois integrantes do grupo, apontados como responsáveis pela gestão do tráfico de drogas sob o comando do foragido.

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Durante a operação, foram apreendidas duas armas de fogo e diversas munições. Os três homens foram presos em cumprimento a mandados de prisão preventiva por crimes relacionados ao tráfico de drogas e também em flagrante por posse de arma de fogo de uso restrito.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Gaeco cumpre 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses na terceira fase da Operação Rota 466, que apura crimes envolvendo policiais

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O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 8 de outubro, a terceira fase da Operação Rota 466. A ação dá continuidade às investigações sobre a suposta prática dos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

Acesse imagens do cumprimento dos mandados

Nesta fase, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz. Os mandados, expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual, tiveram como alvo endereços ligados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.

Policiais afastados – A Justiça também determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas. Com a medida, eles passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Foi determinado, ainda, o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.

Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo, e o armamento foi apreendido. Também foram recolhidos aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares para análise e documentos.

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Condutas reiteradas – A nova etapa da operação decorre da análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas fases anteriores, que permitiu identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e novos possíveis envolvidos. As apurações apontam para a existência de um esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo o de Telêmaco Borba, no qual a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para a obtenção de vantagens indevidas.

Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de seus caminhões, fraudes na classificação de avarias veiculares em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.

Lavagem de ativos – As investigações também identificaram possíveis mecanismos de dissimulação e lavagem dos recursos ilícitos. Segundo as apurações, os valores supostamente arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas que envolviam contas bancárias de terceiros, entre eles familiares de agentes públicos, além de empresas dos setores de transporte e guincho, que teriam atuado como intermediárias nas movimentações financeiras.

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Operações – Consideradas as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

A apuração tem três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa, embora as duas operações sejam desenvolvidas de forma independente. Consideradas conjuntamente, as operações já investigaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.

Entrevista coletiva – Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira, 8 de outubro, às 10h30, na sede do MPPR em Ponta Grossa (Rua Ermelino de Leão, 2533 – Olaria)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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