Paraná
Com foco no fortalecimento do SUS, Paraná promove a 13ª Conferência Estadual de Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com o Conselho Estadual de Saúde (CES), abriu nesta segunda-feira (15) as atividades da 13ª Conferência Estadual de Saúde, que se estende até a próxima quinta-feira (18), em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. Esta é a primeira edição do evento desde o início da pandemia e tem como tema “Garantir direitos e defender o SUS, a vida e a democracia”.
O secretário Beto Preto destacou, durante a cerimônia de abertura, o compromisso do Governo do Estado com os municípios, além de enaltecer o papel da saúde pública durante a pandemia.
“A pandemia foi uma grande jornada, com muita dor, dificuldade, mas também com aprendizados, ações e sobretudo resiliência. Se hoje estamos aqui, reunidos neste ambiente, é pela capacidade da saúde pública, que deve ser fortalecida diariamente”, disse o secretário.
“O Paraná travou uma grande batalha, mobilizando recursos históricos, adotando estratégias que perdurassem, inclusive após a pandemia, investindo na nossa rede de saúde em oposição aos hospitais de campanha, por exemplo, o que nos legou leitos, equipamentos e mais estrutura. Isso somente foi possível graças a sensibilidade do governador Ratinho Junior, que priorizou a vida dos paranaenses acima de tudo”, afirmou.
Ele reforçou, ainda, a necessidade de uma revisão no financiamento do SUS. “Temos batido insistentemente nessa tecla. A tabela do SUS não tem reajustes há pelo menos 14 anos. É preciso manter um diálogo conciso, porém de cobrança com o governo federal, para que tenhamos mais recursos e possamos, de maneira tripartite, contribuir para o funcionamento vital da saúde pública”.
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Mobilizando um público superior a 1,5 mil pessoas, entre servidores, gestores de todas as 22 Regionais de Saúde, além de palestrantes, usuários e convidados especiais, o evento promoverá capacitações, apresentações e palestras, com o objetivo de estimular discussões de propostas que devem nortear as políticas públicas para o SUS.
Depois de aprovadas, as propostas serão levadas, por meio de 140 delegados eleitos, para a Conferência Nacional de Saúde, que acontecerá entre 2 e 5 de julho, em Brasília. Estes delegados vão representar desde usuários do SUS, até trabalhadores e prestadores de serviços. Durante a programação, também serão eleitas novas entidades para o Conselho Estadual de Saúde do Paraná.
Para o presidente do CES, Rangel da Silva, o evento promove não somente a possibilidade de um grande debate, mas também de fortalecer ações concretas e em nível nacional. “As propostas aqui discutidas serão levadas até Brasília, permitindo dar maior amparo e garantir mais força às políticas de saúde pública”, destacou.
A prefeita anfitriã do evento, Rosa Maria de Jesus Colombo, considera como valioso o potencial da conferência. “São dias de muito movimento em prol do SUS e o município de Pinhais se sente honrado por fornecer este espaço que sem dúvida trará muitos benefícios para todo o Estado”.
PRESENÇAS – A mesa de abertura também contou com as presenças do superintendente estadual do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal; o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Ivoliciano Leonarchik; as deputadas estaduais Cloara Pinheiro e Márcia Huçulak; além dos conselheiros estaduais de Saúde Silmara da Conceição Ribas e Márcia Zambrin.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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